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RELATÓRIO DA AULA PRÁTICA 3: COR DA CHAMA NA PRESENÇA DE SAIS

Por:   •  2/10/2017  •  2.082 Palavras (9 Páginas)  •  766 Visualizações

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Estas teorias são hoje comprovadas a partir de cálculos e experimentos. Entre eles, está o teste de chama. Neste experimento, sais (principalmente os que possuem ânions voláteis na chama oxidante, como o cloro, por exemplo) são expostos à chama. Na chama, absorvem energia em forma de calor e esta energia provoca a excitação dos elétrons, forçando-os a realizar o salto quântico. Ao retornarem ao seu estado inicial de energia, liberam fótons de luz de cores características a cada elemento (ATKINS, 2006).

Por isso, a alteração da coloração da chama na presença de sais é devido ao fato de certa quantidade de energia são fornecidos a um determinado elemento químico, alguns elétrons da última camada de valência absorvem esta energia passando para um nível de energia mais elevado, produzindo o estado excitado. Quando um desses elétrons excitados retorna ao estado fundamental, ele libera a energia recebida anteriormente em forma de radiação (RUSSELL, 1994).

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OBJETIVOS

Identificar a presença de alguns íons metálicos presente na amostra atraves da coloração apresentada pela chama, com base no espectro de emissão característico de cada elemento.

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PARTE EXPERIMENTAL

A parte experimental foi segmentada em dois experimentos, dos quais foram utilizados os materiais citados abaixo:

- Solução de sulfato de lítio;

- Solução de carbonato de sódio;

- Solução de cloreto de potássio;

- Solução de cloreto de cálcio;

- Solução de acetato de estrôncio;

- Solução de cloreto de bário;

- Solução de sulfato de cobre;

- Solução de nitrato de chumbo;

- Solução concentrada de HCl;

- Amostra desconhecida “D”;

- Béquer de 50 mL;

- Bico de Bunsen;

- Tubos de ensaio;

- Fio de platina.

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EXPERIMENTO 1 – TESTE DE CHAMA DE SAL CONHECIDO

Distribuídas às soluções, conforme tabela 1, em tubos de ensaios classificados, o bico Bunsen foi ajustado para realização do ensaio de chama das respectivas amostras, aguardando até o momento em que a chama obtivesse a coloração azulada. O fio de platina foi imposto à limpeza, submerso em solução de HCl (ácido clorídrico) para retiradas das impurezas nele contidas, pois sendo HCl um ácido forte e volátil, ele dissolve resíduos presentes no fio e quando é exposto em chama é volatilizado levando consigo os resíduos na forma de cloreto. Levando o fio de plantinha à chama e aquecendo-o na zona de fusão, realizando o procedimento de limpeza em triplicata, sendo possível observar a limpeza completa do fio de platina com a não alteração da chama.

Tabela 1. AMOSTRAS UTILIIZADAS

AMOSTRA

1

Sulfato de lítio (Li2SO4)

2

Carbonato de sódio (Na2CO3)

3

Cloreto de potássio (KCl);

4

Cloreto de cálcio (CaCl2)

5

Acetato de estrôncio (Sr(CH3CO2)2)

6

Cloreto de bário (BaCl2)

7

Sulfato de cobre (CuSO4)

8

Nitrato de chumbo (Pb(NO3)2);

O fio de platina foi imerso na solução de Nitrato de chumbo (Pb(NO3)2) e submetido à queima na chama do bico de Bunsen, sendo a amostra inserida na zona redutora da chama, e a coloração obtida na zona oxidante, do qual foi possível observar a alteração da coloração da chama, após a introdução da amostra. Em seguida foi realizado novamente todo procedimento de limpeza no fio de platina, para que não houvesse contaminação e interferências com possíveis resíduos.

Este procedimento foi repetido com todas as amostras, observando-se a coloração da chama emitida por cada uma das amostras testadas.

As alterações de coloração na chama ocorreram de forma rápida, sendo necessária a repetição do procedimento de observação da chama de cada amostra para garantir a confiabilidade do experimento. Não foi necessária a limpeza do fio de platina ao repetir o processo de verificação da coloração quando se tratou da repetição da mesma amostra, porém ao realizar a mudança de amostras em observação, a limpeza do fio de platina foi fundamental/inevitável.

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EXPERIMENTO 2 – IDENTIFICAÇÃO DE UMA SUBSTÂNCIA

Uma substância desconhecida, chamada de “D” foi disponibilizada para sofrer o mesmo desenvolvimento de ensaio citado anteriormente no tópico acima, sendo ao mesma submetida ao ensaio de teste da chama, inserindo-a na chama através do fio de platina. A substância desconhecida apresentou sua coloração e esta foi comparada aos resultados obtidos no experimento 1, para identificar a proporção dos elementos na amostra.

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RESULTADOS

Resultados obtidos em cada experimento.

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EXPERIMENTO 1

No experimento 1, descrita no topico 3.1, foram identificados algumas colorações conforme tabela 2.

TABELA 2. ANÁLISE DE COR DA CHAMA NA PRESENÇA DE SAIS CONHECIDOS

TUBO

SAL

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