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O DESENVOLVIMENTO E APLICAÇÕES DE EM EMBALAGENS DE ALIMENTOS

Por:   •  8/11/2018  •  4.205 Palavras (17 Páginas)  •  2 Visualizações

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As embalagens de alimentos são estratégias importantes que podem ser decisivas como vantagem competitiva na indústria de alimentos. Portanto, há constante desafio visando atender às exigências dos consumidores, fornecendo embalagens modernas, práticas, que preservem os alimentos e sejam viáveis ambiental e economicamente

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OBJETIVO

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Objetivo Geral.

Analisar alguns dos muitos aspectos da embalagem.

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Objetivo Especifico.

Obter conhecimento para que serve, onde e como são utilizadas, sua interação com o marketing.

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HISTÓRIA DAS EMBALAGENS.

A necessidade de sobrevivência do homem primitivo o obrigou a criar as primeiras embalagens da humanidade. Cascas de castanhas, coco, ou conchas marinhas, devem ter sido as primeiras embalagens utilizadas para beber e estocar, usados em estado natural sem qualquer beneficiamento. Os primeiros recipientes passaram com o tempo, a ser fabricados a partir da habilidade manual do homem, surgindo assim tigelas de madeira, bolsas de pele, potes de barro, cestas de fibras naturais entre outros.

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O que é uma embalagem?

Embalagem para alimento, de acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária – ANVISA, “é o invólucro, recipiente ou qualquer forma de acondicionamento, removível ou não, destinada a cobrir, empacotar, envasar, proteger ou manter, especificamente ou não, matérias-primas, produtos semielaborados ou produtos acabados. Incluído dentro do conceito de embalagem se encontram as embalagens primárias, secundárias e terciárias”

Podemos definir de forma mais genérica embalagem como: o elemento que protege o que vende, além de vender o que protege. E embalar não é apenas envolver o conteúdo de forma segura, mas também dosá-lo e levá-lo ao consumidor, em uma unidade prática. A embalagem de um produto é considerada como o “rosto”, como o “vestuário”, onde todos identificam o conteúdo através dela.

Para a área de marketing, embalagem é um meio de apresentar o produto para gerar vendas. Para a área de distribuição, é um meio de proteger o produto durante a movimentação, estocagem e transporte. E para os consumidores, embalagem é um meio de satisfazer ao desejo de consumo de produto. A embalagem é, por isso, uma consequência da integração de arte e ciência, que exige conhecimentos de resistências de materiais, fluxogramas, logística, fabricação, movimentação de materiais, design e mercado, além de elevada dose de bom senso e criatividade.

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CLASSIFICAÇÃO DE EMBALAGENS.

As embalagens podem ser rígidas, semirrígidas ou flexíveis. Sendo classificada, na maioria das vezes, pela espessura do seu material.

As embalagens rígidas são aquelas que apresentam maior proteção do produto à ação mecânica, devido a sua maior espessura. Alguns exemplos dessas embalagens são as garrafas plásticas, embalagens metálicas, latas em folha de flandres e alumínio, de vidro e a de papel. As semirrígidas são representadas pelas bandejas de alumínio; bandejas em poliestireno expandido, como os frascos, copos e potes termoformados e as caixas e cartuchos em cartolina. Já as embalagens flexíveis são aquelas que são moldadas no formato do produto a ser acondicionado, como as folhas de alumínio, os filmes plásticos e as folhas de papel, que tem a finalidade de estruturar as embalagens.

As embalagens quanto a sua estrutura podem ser de diversos materiais como: vidro, metal, plástico, papel ou cartão, madeira, têxteis, cortiça e as embalagens multicamadas. Apresentadas em três níveis: primária, secundária e terciária ou de transporte (CABRAL et al., 1984).

As embalagens primárias são aquelas que entram em contato direto com o alimento, podendo ser a lata; o vidro ou o plástico. Já as embalagens secundárias (caixas de cartão ou de cartolina) entram em contato com as embalagens primárias, servindo principalmente para a proteção durante a distribuição. A embalagem secundária também é responsável pela comunicação, servindo como um suporte de informação para o consumidor. As embalagens terciárias agrupam diversas embalagens primárias ou secundárias, sendo responsáveis pela proteção durante o transporte.

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VIDRO.

O vidro é um dos mais antigos materiais que se tem conhecimento, sendo o material mais inerte utilizado para embalagens de alimentos. Pode ser considerado totalmente impermeável a gases e totalmente reciclável, sem nenhuma perda das suas características originais (CABRAL et al., 1984).

Algumas embalagens de vidros recebem seus respectivos nomes de acordo com suas características formais. As mais conhecidas para produtos alimentícios são as garrafas, potes e copos. Com relação aos problemas de conservação dos produtos em embalagens de vidros, muitas vezes são devidos ao desempenho insatisfatório durante o sistema de fechamento. Esses problemas ocorrem tanto em relação ao material e ao sistema da tampa.

Para um fechamento eficiente, as embalagens destinadas a acondicionar alimentos e bebidas devem apresentar, no mínimo, as seguintes características básicas:

- Ser eficiente e segura, atuando como uma barreira, impossibilitando a penetração de substâncias e micro-organismos na embalagem, além de evitar o vazamento do produto;

- Apresentar total proteção em relação a possíveis interações indesejáveis com o conteúdo;

- Ser prática e de alta conveniência, facilitando abertura e fechamento posterior.

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FOLHA FLANDERS.

A folha de flandres (FF) é um material heterogêneo, constituído basicamente por uma lâmina de aço com baixo teor de carbono, revestida em ambos os lados com uma camada de estanho, mais uma camada de passivação, protegida por uma camada de óleo.

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PLÁSTICO.

As embalagens plásticas

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