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COMO AS PESSOAS ENRIQUECEM

Por:   •  13/3/2018  •  8.275 Palavras (34 Páginas)  •  5 Visualizações

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Entretanto, Frankenberg (1999) afirma que cada indivíduo é responsável pelo seu futuro financeiro, mesmo a política e a macroeconomia tendo seu peso, a riqueza não é um sonho inatingível, mas que pode ser alcançado talvez por sorte, mas, sobretudo com inteligência, tenacidade, organização e esforço físico.

Este estudo vem discutir esta questão num esforço de identificar a teoria aceita sobre o tema e os caminhos percorridos por pessoas que detêm riqueza financeira, conforme os objetivos abaixo.

2. OBJETIVOS

2. 1 GERAL

Este trabalho tem como principal objetivo investigar como as pessoas enriquecem.

2. 2 ESPECÍFICOS

Como objetivos específicos desta pesquisa destacam-se:

- Identificar na bibliografia e definir um nível financeiro adequado para que uma pessoa seja considerada rica;

- Pesquisar o que os autores dizem sobre como enriquecer;

- Entrevistar pessoas consideradas ricas;

- Comparar a visão dos autores com as experiências coletadas a fim de distinguir os meios pelos quais as pessoas podem enriquecer.

3. JUSTIFCATIVA

Desde que uma forma de riqueza foi estabelecida dentro das sociedades o homem tem buscado alcançá-la e, por conseguinte obter seus benefícios adicionais. Contudo, não há uma receita certeira ou talvez milagrosa para atingir a riqueza e diversos são os pontos de vista a este respeito.

Este estudo busca esclarecer o que é considerado riqueza financeira e identificar caminhos que conduzem a ela, dentro dos limites da ética, utilizando-se de fontes teóricas aliadas ao conhecimento experimentado.

Quem persegue a riqueza, muito mais que almejá-la deve estar ciente que muitas são as dificuldades e instabilidades do percurso. Estudar a teoria e compará-la com o vivido na prática pode auxiliar a quem interessar de modo a que se evitem grandes falhas cometidas por outrem.

A partir das análises que o estudo pretende fazer poder-se-á ainda compreender melhor o que afinal o ser humano busca encontrar na fartura de bens de valor monetário e desvendar algumas das ilusões por detrás do poder aquisitivo.

4. METODOLOGIA

O presente estudo tem uma abordagem de natureza exploratória que, segundo Gil (1999), visa proporcionar uma visão geral de um determinado fato, do tipo aproximativo. Sendo ainda uma pesquisa qualitativa, segue algumas características principais:

A pesquisa qualitativa considera o ambiente como fonte direta dos dados e o pesquisador como instrumento chave; possui caráter descritivo; o processo é o foco principal de abordagem e não o resultado ou o produto; a análise dos dados foi realizada de forma intuitiva e indutivamente pelo pesquisador; não requereu o uso de técnicas e métodos estatísticos; e, por fim, teve como preocupação maior a interpretação de fenômenos e a atribuição de resultados. A pesquisa qualitativa não procura enumerar e/ou medir os eventos estudados, nem emprega instrumental estatístico na análise dos dados, envolve a obtenção de dados descritivos sobre pessoas, lugares e processos interativos pelo contato direto do pesquisador com a situação estudada, procurando compreender os fenômenos segundo a perspectiva dos sujeitos, ou seja, dos participantes da situação em estudo. (GODOY, 1995, p.58)

Será utilizado o método de entrevista semiestruturada, conduzido pela pesquisadora, gerando dados primários, enquanto o levantamento bibliográfico sobre o assunto explorado será fonte para os dados secundários.

Primeiramente será feita a pesquisa bibliográfica sobre a matéria em estudo que, segundo Marconi e Lakatos (1999), tem o objetivo de aproximar o pesquisador do que há de documentado sobre o assunto que lhe interessa. O embasamento teórico a partir de bibliografia poderá esclarecer e abrir portas para a exploração do conhecimento previamente dimensionado. Nesta fase inicial será identificado um parâmetro de consideração para a riqueza.

A segunda etapa da pesquisa será composta por entrevistas de um número reduzido de pessoas que se encaixam no estereótipo pesquisado. Será explorada a vivência pessoal, as ideias e o conhecimento obtido através da experiência dos entrevistados quanto à riqueza que conquistaram ou que foram capazes de manter.

A entrevista é uma das técnicas de coleta de dados considerada como sendo uma forma racional de conduta do pesquisador, previamente estabelecida, para dirigir com eficácia um conteúdo sistemático de conhecimentos, de maneira mais completa possível, com o mínimo de esforço de tempo. (ROSA; ARNOLDI, 2006, p17)

Ribeiro (2008 p.141) trata a entrevista como:

A técnica mais pertinente quando o pesquisador quer obter informações a respeito do seu objeto, que permitam conhecer sobre atitudes, sentimentos e valores subjacentes ao comportamento, o que significa que se pode ir além das descrições das ações, incorporando novas fontes para a interpretação dos resultados pelos próprios entrevistadores.

Para Triviños (1987, p. 146) a entrevista semi-estruturada tem como característica questionamentos básicos que são apoiados em teorias e hipóteses que se relacionam ao tema da pesquisa. Os questionamentos dariam frutos a novas hipóteses surgidas a partir das respostas dos informantes. O foco principal seria colocado pelo investigador-entrevistador. Complementa o autor, afirmando que a entrevista semi-estruturada “[...] favorece não só a descrição dos fenômenos sociais, mas também sua explicação e a compreensão de sua totalidade [...]” além de manter a presença consciente e atuante do pesquisador no processo de coleta de informações (TRIVIÑOS, 1987, p. 152).

Os dados obtidos nesta etapa da pesquisa serão analisados através do método de Análise de Conteúdo que, segundo a definição de Bardin (2009, p. 44), é o conjunto de técnicas de análise das comunicações que visa obter indicadores, quantitativos ou não, se utilizando de procedimentos sistemáticos e objetivos de descrição das mensagens e, assim, podendo inferir conhecimentos relativos às condições de produção e recepção destas mensagens.

Por fim, haverá o confronto entre o entender dos autores pesquisados e a experiência particular de modo a confirmar, renovar ou

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