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Comércio Internacional e Seus Devaneios

Por:   •  3/6/2018  •  5.424 Palavras (22 Páginas)  •  161 Visualizações

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3.2.5 BAIXA AGRAGAÇÃO DE MÃO DE OBRA, EM RAZÃO DE SE IMPORTAR O PRODUTO ACABADO E CONCLUÍDO 19

3.2.6. BAIXO CUSTO DE AQUISIÇÃO EM RAZÃO DA MOEDA DO PÁIS VENDEDOR REPRESENTAR VALOR MENOR QUE A MOEDA DO PAÍS COMPRADOR 19

3.2.7 MELHORAR O MIX DE SEUS PRODUTOS 20

3.2.8 INCREMENTAR SUA LINHA DE PRODUÇÃO, PODENDO INVESTIR EM TECNOLOGIA 20

4. APRESENTAÇÃO E ANÁLISE DOS RESULTADOS 21

4.1 ANÁLISE FINAL SOBRE OS RESULTADOS E VANTAGENS 23

5. CONSIDERAÇÕES FINAIS 24

6. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 25

7. ANEXOS 26

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- INTRODUÇÃO

O comércio internacional se originou a partir das trocas de mercadorias entre os homens, uma atividade que é exercida desde os primórdios da civilização (DIAS, Rodrigues, 2010.p.22), que surgiu a partir do conhecimento de que nenhuma nação é autossuficiente. Com as necessidades e desejos de cada país, há uma dependência entre as nações, o comércio internacional busca então satisfazer as necessidades de cada uma delas, através de compra e venda de produtos e serviços entre as mesmas.

Esse cenário de economia globalizada traz para as empresas brasileiras um grande desafio: o de se estruturar para se defender das ameaças dos concorrentes de diversos países e, ao mesmo tempo, aproveitar o amplo conjunto de oportunidades que o acesso a novos mercados, fornecedores, conhecimentos, tecnologias, pessoas e demais recursos que o ambiente internacional possa gerar. A partir disso definiu-se a seguinte questão de pesquisa: quais são as vantagens das importações e exportações para as empresas brasileiras? Embora a atividade de comércio exterior exista há muitos anos no Brasil, as empresas ainda buscam o desenvolvimento da administração das ações de importação e exportação. Além disso, procuram inovação tecnológica para o aperfeiçoamento de produtos e como resultado, atinge competitividade no mercado interno e externo (SEBRAE, 2005). Pretende-se a partir disso, como objetio, identificar as vantagens adquiridas por empresas brasileiras que participam das atividades de importação e exportação.

Nesse sentido, optou-se pelo desenvolvimento de um estudo descritivo sob a forma de um estudo de caso único realizado na Tenneco Sudamérica, empresa no setor automobilístico. A empresa pode ser caracterizada como uma Born global desse setor, localizada na cidade de Cotia-SP, e que tem suas atividades voltadas para a tecnologia, produzindo e comercializando produtos e sistemas para amortecedores, controle de emissão (escapamentos), elastômeros, e de componentes de suspensão para montadoras e aftermarket.

O objetivo traçado leva em consideração que as vantagens do comércio exterior traçadas nos cenários internacionais possivelmente se distinguem das estratégias implantadas no contexto nacional, e que para tanto, é importante que a empresa reconheça os aspectos diferenciadores a fim de maximizar seus ganhos.

2. REFERENCIAL TEÓRICO

2.1 AS INFLUÊNCIAS DA GLOBALIZAÇÃO PARA O COMÉRCIO EXTERIOR

Muitas são as divisões feitas por autores referentes às fases da globalização, porém o que percorre esta pesquisa é a divisão feita por Cignacco (2008), que para tornar mais claro o processo destas fases divide a globalização em três etapas: mercantilista, industrial e a terceira que é a que vivemos até hoje, ou seja, a globalização em processo. A etapa mercantilista (1420-1850) compreende ao período das grandes navegações e descobertas. Neste período da globalização o governo estimulava a produção de produtos nacionais e incentivava a exportação com o intuito da valorização para seu produto. Entretanto os reis criavam impostos e taxas para a compra de mercadorias do exterior, com o propósito de não haver a saída da moeda nacional a outras nações, pois se acreditava que traria prejuízo ao mercado nacional (DIAS, Rodrigues, 2010).A etapa da industrialização teve inicio no século XIX, período onde foi vivenciado a Revolução Industrial e Revolução Francesa e essa fase simboliza a evolução na indústria, onde a máquina passa a substituir o homem, a fim de aumentar a agilidade no processo de produção e expandir aescala de produtos. Esse marco trouxe ao mundo os primeiros passos para a expansão da tecnologia (CIGNACCO, 2008).A terceira etapa da globalização é marcada pela diminuição da distância entre as nações,promovendo através dessa aproximação maior facilidade de comunicação e expansão dacomercialização entre as mesmas. Ainda segundo Cignacco (2008), além de proporcionar a diminuição da distância, esta fase émarcada pelo avanço da tecnologia, consumismo, desenvolvimento econômico, preocupação como meio ambiente, pobreza e fome. A globalização qualifica-se como um fenômeno de grande importância para o comércio exterior, por assim corresponder a um fenômeno que acarreta vantagens e facilidades no âmbito da comunicação e da diminuição de fronteiras entre os países que comercializam. Definição para comércio exterior “A troca de mercadorias entre os homens é uma atividade que advém desde os primórdios da civilização. Os antigos mercadores das companhias de comércio somente ampliaram o fenômeno do comércio global, desenvolvendo um ambiente favorável ao desenvolvimento conjunto dos diferentes países, cada qual segundo sua vocação principal” (DIAS, Rodrigues, 2010. p.53).

2.2 COMÉRCIO EXTERIOR

A exportação pode ser definida como a saída da mercadoria do território aduaneiro, ou seja, um bem deixar seu país de origem, que pode ocorrer em virtude de um contrato internacional, por falta de recursos em um país e abundância em outro, mão de obra mais barata, entre outros.

A importação pode ser definida como a chegada de uma mercadoria no território aduaneiro, ou seja, o ato de um bem estrangeiro adentrar em um país. Para a mercadoria ser considerada nacionalizada ela deve passar por um recinto alfandegado para que sejam recolhidos todos os tributos e em alguns casos que seja efetuada uma conferência física do item.

“Exportar é o ato de remeter a outro país mercadorias produzidas em seu próprio ou em terceiros

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