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LORIS MALAGUZZI, UM VISIONÁRIO NA ARTE DE EDUCAR

Por:   •  8/11/2018  •  3.951 Palavras (16 Páginas)  •  3 Visualizações

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A professora todos os dias ensinava a lição e fazia memorizar as letras do alfabeto a,e,i,o,u. Acredito que aquela época essa era uma maneira de ensina a compreensão social da escrita e da leitura era um fato real, no meu universo e das crianças que frequentavam a escola e tinha uma ótima aprendizagem.

Hoje passa a ser necessário um outro processo de alfabetização,o professor já não pode exigem tanto do aluno, porque ele já não tem o apoio dos pais que tinham antes, quando eu estudava se o aluno fosse desobediente ao professor ele era colocando de castigo, hoje se o professor fizer isso ele que vai ser punido por te tomado esta atitude.

Porem mudou muito o método de ensino do tempo que eu estudei para os dias de hoje, poso dizer que a minha vida na escola foi uma fase maravilhosa.

Houve um tempo que eu fiquei longe da escola, foi quando os meus pais se separaram e a minha mãe era uma mulher guerreira, não tinha condição de me colocar em outra escola, porque tinha que pagar passagem de ônibus, porque morávamos no interior e a escola ficava na cidade.

Para eu dar continuidade no meu estudo, a minha tia arrumou um emprego de babá para mim, foi quando eu voltei a estudar novamente, o meu trabalho ficava próximo da escola mais fiquei pouco tempo lá. Logo em seguida, a minha mãe que trabalhava na feira conheceu um senhor e perguntou se ela sabia de alguém que queria trabalhar e ela me indicou fui trabalhar e estudar pois iria residir no trabalho.

A Escola era distante da nova morada, porém, como estudava intermediário que era das 15 as 19 horas, só achava ruim a ida que era a hora que o sol estava bastante quente, mas, não desistir.

Fiquei uns dois anos estudando intermediário, nesse período fiz a 5ª e a6ª série separada, quando comecei fazer a 5ª série estranhei porque, estava acostumada só com um professor, mais com pouco tempo me acostumei com todos e eu gostava muito de matemática

Confesso que estudar matemática assustava um pouco, mas, fui gostando dela, pois havia o dia da sabatina, para qual os alunos tinham que ter decorado a tabuada, para não cometerem erro quando a professora perguntava individualmente. Ela fazia a pergunta para o primeiro, se ele errasse, ela fazia a mesma pergunta para o segundo, ele dando a resposta certa, dava parabéns para o que tinha acertado e o que tinha errado dava-se um castigo, o castigo era esse: quem acertava a questão batia na mão do que tinha errado com uma palmatória.

Lembro-me que em uma dessas sabatinas de perguntas, ela fez a pergunta ao meu colega mais ele errou e perguntou pra mim eu acertei, então ela pediu que eu batesse na mão dele eu bati, mas, com pouca força, então ela pegou da minha mão a palmatória e bateu na minha mão que ficou dolorida.

O nome dela era Rita, eu gostava muito dela porque explicava muito bem a sua disciplina, isso aconteceu quando estava fazendo a 6ª série. No meu ponto de vista, essa era uma forma que ela tinha de fazer que os alunos se interessar nos estudos, para fazer uma boa prova e tirar uma ótima média e obter a aprovação para a série seguinte quando um novo ciclo recomeçava.

Quando fui aprovada para a 7ª série resolvi fazer o supletivo, porque já estava atrasada no meus estudos, fiz as duas série em um ano foi quando comecei a estuda a noite, e trabalhava em casa de família durante o dia.

Gostava de todas as matérias e tinha êxito nas provas, mas, uma vez estava com problemas e me dei mal em uma das matéria que era de física, a professora perguntou o que tinha acontecido, porque a minha média tinha sido baixa, mas, me superei graça a Deus, e terminei o meu ensino fundamental, com dificuldade consegui vencer e alcança o meu objetivo que era estudar uma coisa que gostava de fazer.

Porem, só tenho a agradecer a todos, que estiveram comigo nesta trajetória da minha vida na escola da alfabetização a 8ª série do ensino fundamental, meu muito obrigada.

Ao final do meu ensino fundamental acreditava que deveria ingressar numa escola que me proporcionasse uma boa educação no ensino médio, o problema é quando fui fazer a minha matricula na escola estadual, não tinha vaga no curso que eu gostaria de fazer que era o CH ciência humana, só tinha magistério por este motivo que fiz magistério na escola Clotilde Pereira.

Quando comecei a estudar, gostei do curso no 1º ano foi geral eu fazia todas as disciplina disponível no curso magistério.

Já no 2º ano as disciplinas eram direcionada para lecionar e voltada para a educação tinha muito metodologia. Quando estava no 2º ano do curso de magistério comecei a estagiar, o meu primeiro estagio foi de pesquisa de campo nos bairros da cidade de Castanhal, depois passei a estagia em sala de aula como observadora com professor em sala.

No 3º ano e último ano, já comecei a dar aula para o pré e 3ª/8 série, passei uma semana em cada turma, no pré eram 8 e na 3ª 25 alunos, foi uma experiência maravilhosa que tive com aqueles alunos, durante o meu período de estagio.

Com aqueles alunos, descobri o real sentido da aprendizagem é havendo troca de saberes e valorização do aluno com a pessoa que está em sala de aula quer seja professor ou estagiário. Porém, foi neste período que eu tomei a decisão, quando terminando o ensino médio iria fazer o curso de pedagogia.

Quero ressaltar, que dois professores me influenciaram a tomar essa decisão, a professora Antonia Julia de Prática de Ensino e o professor Paulo de Sociologia.

Quando terminei o ensino médio matriculei-me no cursinho pré vestibular, confesso que não foi fácil, como eu trabalhava como empregada domestica o meu tempo para estuda era pouco. Estudava quando chegava da escola, mais cansada não tinha muito rendimento no estudo, porque logo eu dormia de tão cansada que estava depois de uma jornada de trabalho.

Dois anos de cursinho e não conseguir se aprovada, desistir. Em seguida fiz a prova de um concurso público e fui aprovada e logo comecei a trabalhar, ai não tinha mas tempo para estudar porque trabalhava durante o dia e a noite.

Mas, não desisti dos meu sonho de fazer um curso superior, comecei fazer as prova do ENEM e sempre em busca de uma universidade que eu pudesse estudar sem parar de trabalhar.

No ano em curso, a UNOPAR abriu vagas no sábado, foi maravilhoso, então eu pedi que a minha empregadora que me cedesse o sábado para eu estudar, porém através do sistema semi-presencial estou realizando o meu sonho de estar fazendo um curso superior em pedagogia.

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