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Questionário individual - Teorias Avançadas em Comunicação

Por:   •  8/11/2017  •  1.053 Palavras (5 Páginas)  •  255 Visualizações

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12. Considerando as divisões de Ortega y Gasset, democracia é igual a igualdade? Justifique o motivo.

Não. Democracia é liberdade, mas igualdade é direitos e deveres iguais a todos, não importando a cor, raça, sexo, religião, entre outros.

13. O que o homem-massa NÃO é?

Pensar com visão histórica, gerir propostas coletivas, ter ideal e projetos a longo prazo

são alguns papéis que o homem-massa não exerce nesse universo massivo.

14. A chegada das massas ao poder se consolida como um fator positivo ou negativo? Ou ambos? Por quê?

Ambos. Se ele abre uma possibilidade para pensarmos ações novas de relacionamentos, ao mesmo tempo, ele impede o pensamento, induz a más questões, destrói conquistas sociais como valores morais e éticos. O homem-massa se põe à frente do seu tempo, o que a princípio não seria nocivo, mas isso só lhe traz arrogância e pensamentos fragmentados.

15. O que significa hiperdemocracia das massas? Apresente de forma completa o conceito a partir do texto lido em suas palavras.

É entendido que a massa age sem senso de lei, criando imposições absurdas e mal planejadas. Não conseguem ter uma boa representação perante a política, desse modo, afastando o homem-massa desses assuntos. Sendo assim, o mesmo é governado por uma farsa, cercada de demagogias e enganações. Porém, as liberdades à comunicação das massas os conduzem. Todavia, nem tudo está errado. Muita coisa precisa ser repensada, no que se refere ainda à política.

16. Em que o conceito de Ortega y Gasset se diferencia do de Negri e Hardt?

Em recente trabalho, de 2004, Negri e Hardt retomam o tema da massificação, conceituam a multidão e empreendem novas leituras sobre a democracia, a guerra e o capitalismo. Se Ortega y Gasset inviabilizou a ação do homem-massa como sujeito capaz de perceber as amarras sociais, Negri e Hardt pretendem repensar essa questão à luz de um olhar ativo desse sujeito. Gasset está mencionando a emergência das massas no cenário político do início do século XX, construindo inclusive a tese de que o modelo de massi0cação em curso gera apenas embrutecimento das perspectivas políticas do homem comum. Já Negri e Hardt retomam o conceito de multidão (tema da sociologia das massas) para entender novas formas de construções coletivas de combate às opressões e desigualdades no século XXI. Temos, portanto, dois modelos de entendimento das construções coletivas: por um lado, o esfacelamento dos laços comuns em prol de modelos padronizados de comportamentos políticos facilmente manipuláveis e, por outro lado, a aposta em novos rearranjos políticos a partir da crença de que a multidão é ativa e propositiva.

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