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Fichamento do Livro Qual é a Sua Obra?

Por:   •  28/10/2022  •  Trabalho acadêmico  •  3.243 Palavras (13 Páginas)  •  88 Visualizações

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FACULDADE IEDUCARE-FIED

DISCIPLINA: PSICOLOGIA ORGANIZACIONAL E DO TRABALHO

PROFESSORA: LENISE FERNANDES

ACADÊMICA: ELAINE RODRIGUES GALVÃO

FICHAMENTO COMENTADO

CORTELLA, M. S. Qual é a tua obra? Inquietações propositivas sobre gestão, liderança e ética/ Mario Sérgio Cortella. 6. Ed. Petrópolis. RJ. Vozes, 2009. ISBN 978-85-326-3579-2.

Capítulo/

Página

Citação

Comentário

Cap. 1

Em busca se sentido

Pag. 13

Enxergar um significado maior para a vida aproxima o tema da espiritualidade do mundo do trabalho.

Entende-se que a espiritualidade é uma necessidade para vida, isto é, para nossas vivências, neste caso, especialmente, a espiritualidade se faz essencial para o mundo do trabalho, onde consequentemente passamos grande parte do nosso tempo.

Cap. 1

Em busca se sentido

Pag. 13- 14

[...] o líder espiritualizado – mais do que aquele que fica fazendo meditações e orações – é aquele capaz de olhar o outro, de inspirar, de elevar a obra, em vez de simplesmente rebaixar as pessoas. Então, essa espiritualidade é a capacidade de respeitar o outro e não como um estranho e edificar, em conjunto um sentido (como significado e direção) que honre nossa vida.

A conduta de um líder espiritualizado é inspirador, bem como edificante para membros de uma organização. Diante disso, conclui-se que deve haver um respeito mútuo entre as pessoas que convivem e se relacionam em sua vida privada e no mundo do trabalho, tendo em vista que são parte integrantes do desenvolvimento e evolução humana, não só material, mas, também espiritual. Nesse sentido, o ambiente de trabalho deve propiciar ao trabalhador satisfação, realização e qualidade de vida.

 

Cap. 2

Tripalium versus poiesis

Pag. 17-21

Por que muitas vezes a ideia de trabalho é associada a castigo, fardo, provação? [...] a palavra “trabalho” tem origem no vocábulo latino tripalium, que era um instrumento de tortura [...] em sociedades montadas com base no sistema escravocrata, a própria ideia de trabalho remete à escravidão. Portanto, trabalho é coisa menor, indecente, imoral ou de gente que está sendo punida. [...] Mas a gente tem de substituir isso pela ideia de obra, que os gregos chamavam de poiesis, que significa minha obra, aquilo que faço, que construo, em que me vejo.

 Atualmente ainda vivencia-se um forte estigma em relação ao trabalho, principalmente o manual, o qual é considerado algo inferior, que remete-se a escravidão, sendo visto como um castigo. Contudo, o autor aponta que esse ponto de vista deve ser transformado, de modo que o sujeito enxergue esse trabalho como sua obra e criação, para que não ocorra o que Marx chamou de alienação. Os indivíduos necessitam se encontrar naquilo que fazem, pois, todo trabalho requer reconhecimento. Sabe-se que trabalhar é cansativo, mas não obrigatoriamente deve ser estressante.

Cap. 3

E tem gente que se acha...

Pag. 23- 14

Quando se pensa e se faz o trabalho com obra poética em vez de sofrimento costumaz, sempre vem a mente a questão do trabalho digno, isto é, aqueles ou aquelas que se consideram superiores como seres humanos apenas porque tem um emprego socialmente mais valorizado.

Neste capítulo o autor se utiliza da física quântica como resposta a casos de falta de humildade, onde há sujeitos que para se sobressair em meio a uma situação, ou desvalorizar o profissional em seu ambiente de trabalho, sempre dizem: “sabe com quem você está falando?”. Nessa circunstância o sujeito precisa compreender que por mais que o profissional seja apenas uma gota em meio a um oceano, o mar sem ela seria menor, pois cada gota tem sua relevância, para formar o grande mar da existência humana.

Cap. 4

O lado bom de não saber

Pag. 29

Uma das coisas mais inteligentes que um homem e uma mulher podem saber é saber que não sabem. Aliás só é possível caminhar em direção à excelência se você souber que não sabe algumas coisas. Por que há pessoas que, em vez de ter humildade para saber que não sabem, fingem que sabem. [...] Por isso a expressão “não sei” é um sinal de absoluta inteligência.

Nesse sentido, entende-se que em uma organização é necessário que o funcionário tenha humildade de assumir que tem dúvidas. Pessoas que se acham sempre corretas e que não possuem dúvidas, não são capazes de inovar, de reinventar e ainda podem repetir os mesmos erros. No universo empreendedor, por exemplo, arriscar é uma das formas mais viáveis e inteligentes para se transformar. Não se deve temer o erro, pois este é um fator motivador para aprender com a correção dos mesmos. Para que o sujeito aprenda com o outro é necessário que ele abra mão da sua arrogância, pois com esta é impossível que se trabalhe em sintonia.

Cap. 5

Estoque de conhecimento

Pag. 32

A educação continuada pressupõe a capacidade de dar vitalidade à ação, às competências, às habilidades, ao perfil das pessoas. E isso, entre outras coisas, traz uma multiplicidade de elementos, desde treinamentos até cursos de formação e especializações.

Em uma empresa se faz primordial que os empresários invistam em cursos e especializações de modo contínuo a seus funcionários, vivemos em mundo globalizado, diante disso, há a necessidade de um constante aprimoramento, devido as inúmeras mudanças que vem ocorrendo. Além disso, a formação continuada proporciona maiores competências e habilidades, bem como eficiência.

Cap. 6

Lealdade relativa

Pag. 36

Reconhecimento é fator decisivo para a permanência de um profissional na empresa. [...] Atribui-se a cada homem e a cada mulher responsabilidade pelo desenvolvimento de sua trajetória profissional. Mas essa condição, por sua vez, fragilizou a relação de lealdade do funcionário com a empresa [...].

Um dos fatores que contribuem para que o funcionário permaneça na empresa não é exclusivamente o salário, mas o reconhecimento. Sentir-se valorizado, é um fator motivador para se construir um futuro na organização. A educação corporativa também é uma forma de reconhecimento, tendo em vista que o colaborador sente-se prestigiado quando o empregador investe em sua formação profissional, proporcionando um sentimento de gratidão, bem como uma lealdade e maior adesão do trabalhador a empresa.

Cap. 7

Síndrome de Rocky Balboa

Pag. 41

Todos querem aumentar a empregabilidade, mas nem todos estão dispostos a passar pelas atribulações necessárias. [...] muitos profissionais são acometidos pelo dilema entre fazer algo pelo qual tem genuíno interesse ou algo para atender uma demanda do mercado de trabalho.

Conforme Mário, é preciso que o sujeito saiba equilibrar, porém não é uma tarefa fácil. Para se conquistar determinado objetivo, é imprescindível que tenham em mente, que inúmeras vezes é necessário abrir mão de muitas coisas, como um momento com os familiares, viagem com os amigos, finais de semana de descanso, noites em claro, entre outros. Bem como, ter ciência de que o processo, por vezes pode ser longo, tendo em vista que algumas pessoas possuem a “síndrome de Rocky Balboa”, por achar que rapidamente estarão preparados e habilitados para exercerem algumas profissões. Contudo, entende-se que todo processo de formação demanda tempo, de nada adianta fazer algo que é extremamente necessário com lamentação, se o sujeito é ciente que esta é apenas uma etapa que futuramente lhe trará rendimentos, então fará.

Cap. 8

Vento oportuno

Pag. 44

Uma pessoa só aceita a mudança, de fato, quando percebe que será beneficiada no processo. Todos temos medo. A natureza colocou em nós dois mecanismos para sobrevivermos: medo e dor.

É muito comum que algumas pessoas se acomodem em determinados empregos, por temer a mudança em suas vidas, contudo é necessário ter coragem para não perder as oportunidades que eventualmente surgem de modo a lhes proporcionarem êxito. Diante disso, é imprescindível enfrentar os medos de mudança e ter audácia para alçar voos mais altos.

Cap. 9

O grande estrago das pequenas ondas

Pag. 49-50

 Muitas vezes, a perda de recursos e de eficiência pode ter origem nas ações que não fazem estardalhaço. [...] A pequena onda é o desperdício de papel, a não utilização adequada de recursos para se executar as atividades do dia- a- dia; é a chamada recusa à otimização. Otimizar algo significa fazer o melhor pelo menor custo.

Sabe-se que para obter lucratividade em uma organização, é essencial otimizar os custos, evitar desperdícios e utilizar os recursos de forma adequada. Para isso, o gestor deve ter expertise e não achar que apenas grandes mudanças são necessárias para obter certa lucratividade, por vezes o básico faz uma enorme diferença.

Cap. 10

A tensão da mudança

Pag. 53

 Quando é preciso agir todas as vezes que é necessário mudar, existem duas atitudes muito comuns no comportamento de alguns funcionários: a primeira é a cautela imobilizadora. [...] Face a mudança, existe uma outra atitude que é perigosa: o ímpeto inconsequente.

Para ir em busca da excelência em seu trabalho, é importante que o colaborador tenha ação, atitude e audácia de mudar, se reciclar e se transformar. Contudo, é importante que ele tenha cautela e não haja por impulso, porém essa cautela não pode imobilizá-lo ao ponto de impossibitar que o mesmo tome as atitudes necessárias para evoluir. É relevante que o profissional não tome atitudes de modo inconsequente, tendo em vista que agir por impulso poderá trazer consequências devastadoras.

Cap. 11

Gestão pessoal, gestão vital

Pag. 56

A virtualização do local de trabalho, a possibilidade de trabalhar em qualquer canto, não significa necessariamente que se facilitou a nossa existência. Poder trabalhar em qualquer lugar hoje significa que se pode trabalhar o tempo todo. [...] E como o mundo da competitividade é muito acelerado e ele precisa de fato estar o tempo todo em atenção, produzindo, procurando competência e eficácia, não sobra tempo para outras coisas.

Com a crise pandêmica da COVID-19, o mercado de trabalho se transformou havendo uma virtualização dos espaços laborais, diante disso, percebeu-se uma extensão do trabalho para as residências, locais de descanso e lazer. Desse modo, os empresários, bem como seus colaboradores estão sentindo-se constantemente sobrecarregados, tendo vista que houve uma junção entre as duas esferas, a qual se misturam as funções de casa e trabalho. Diante disso, tem-se notado uma sobrecarga extensa sobre essas pessoas, sendo muitas vezes necessário dar um basta, antes que a saúde seja prejudicada.

Cap. 12

Fundamental é chegar ao essencial

Pag. 63

“Porque sem dinheiro não se vive”. Sim, sem dinheiro não se vive, mas só com dinheiro não se vive.

Os sujeitos estão passando a distinguir o que é essencial e o que é fundamental. Essencial é tudo que não podemos deixar de ter como a felicidade, amor, lealdade, amizade, entre outros. Fundamental é tudo que o auxilia a chegar ao essencial, a conquistar algo, por exemplo, o trabalho é fundamental, tendo em vista, que nos possibilita inúmeras conquistas, como a felicidade, amizade, realizações, entre outros. Portanto, o dinheiro não é essencial, porém é fundamental para se conseguir o que almejas.

Cap. 13

Aquilo em que me reconheço

Pag. 67

Liderança é uma virtude, e não um dom. [...] é uma força intrínseca [...] que está em qualquer pessoa [...].

Todos são capazes de liderar. Para ser um líder, é preciso estabelecer metas, desenvolver projetos e ideias, bem como estimular pessoas. Isso são características que qualquer indivíduo pode ter, desde que transforme sua força intrínseca numa força atual. Não existe líder nato, a ocasião e as circunstâncias são os que fazem o líder.

Cap. 14

Um grande passado pela frente

Pag. 72

Assumir a postura de liderança é, antes de mais nada, uma escolha. Mas ela exige uma estupenda capacidade: a de se ter humildade.

 Um líder não deve se achar invulnerável, incombatível, o expert em determinada área ou setor. Isso serve para o empresário, para o gerente, para o colaborador e para a equipe. Não é conveniente que sintam-se blindados, pois com isso é provável que percam a cautela. Nesse sentido, é importante que se tenham a capacidade de humildade, de ouvir, observar, aceitar opiniões, ter ciência de que há outros modos de ser e pensar.

Cap. 15

A renovação pelo outro

Pag.76

O líder é aquele que obtém satisfação procurando satisfazer a obra e os outros. Cuidado com gente que acha que tudo está do jeito que poderia ser. Gente assim não avança, é gente que, [...] não tem dúvida.

Diante disso, o autor deixa claro que se deve ter muito cuidado com a satisfação. A satisfação paralisa, adormece e entorpece. O sujeito deve buscar algo que o renove, que o desafia a ser diferente, que o obriga a pensar de outro modo.

Cap. 16

Tempos velozes

Pag. 81

O mundo está mudando. [...] Nunca em toda a história humana se mudou com tanta velocidade. [...] a velocidade é tamanha que mudou a nossa noção de tempo.

A globalização tem possibilitado inúmeras mudanças, e estas têm ocorrido cada vez mais veloz, e isso tem se percebido nas organizações, onde deve acompanhar as mudanças, se não fica para trás, alterou-se o jogo, muda-se as estratégias. Infelizmente, ainda há empresários que possuem a mente pequena, permanecem na mesmice e não buscam se reinventar, por acreditar que já chegaram até onde podiam. Essas circunstâncias muitas vezes podem levar uma empresa a falência, tendo em vista que os consumidores estão cada dia mais exigentes, buscando cada vez mais tendências para seguirem, e isso exige uma certa inovação por parte das empresas.

Cap. 17

Vitalizar constantemente

Pag. 84

O líder é aquele capaz de inspirar as pessoas. Inclusive no momento em que a crítica é necessária.

A tarefa fundamental que envolve a liderança é a capacidade de inspirar as pessoas. Sabe-se que muita gente não é capaz de inspirar, que além disso tira a animação e a vitalidade. Por esta razão, há uma enorme diferença entre ser líder e ser chefe, o chefe normalmente não é capaz de inspirar, de fazer uma crítica construtiva, pelo contrário, ele costuma repreender os colaboradores. Nesse sentido, compreendemos que o líder se faz fundamental em uma empresa, a medida que, necessita-se dele para se “construir vínculos” com os funcionários e que consequentemente irá contribuir para o bom andamento do empreendimento.

Cap. 18

Cafezinho, com açúcar, adoçante e propósito

Pag. 89

O líder é aquele que inspira, que anima as pessoas a se sentirem bem com o que fazem e a se sentirem integrados a obra.

 O líder possui um papel fundamental em uma organização, pois além de inspirar, animar e motivar, ele ainda dá significado a obra realizada pelos colaboradores, dá relevância ao seu trabalho. Nesse contexto, o funcionário passa a trabalhar não exclusivamente pelo salário, mas por se sentir parte da empresa, integrado a ela, sentindo-se relevante para sua edificação.

Cap. 19

Cinco competências essenciais na arte de liderar

Pag. 92

 Líderes são homens e mulheres que ajudam indivíduos e equipes a fazerem a travessia rumo ao futuro. Atualmente, a necessidade não é estar partindo o tempo todo, mas sim estar preparado para partir.

Líderes precisam ser companheiros a medida auxiliam o outro em sua transição para o futuro, para isso o autor pontua serem necessárias cinco competências as quais destacamos: Abrir a mente, estar sempre atento as mudanças e disposto a aprender; Elevar a equipe, ser capaz de crescer e leva-los junto; Recrear o espírito, possibilitar que as pessoas sintam-se bem; Inovar a obra, buscar se reinventar sempre; e por fim, Empreender o futuro, pensar nas estratégias, condições e possibilidades.

Cap. 20

A nossa casa

Pag. 105

Só é possível falar em ética quando falamos em seres humanos, porque ética pressupõe a capacidade de decidir, jugar, avaliar com autonomia. Portanto, pressupõe liberdade.

A ética se faz essencial em nosso cotidiano pois é a partir desta que se constrói a capacidade de decidir, julgar e avaliar. Sendo primordial, dentro de uma organização, e para que esta se faça presente dentro de uma organização, é preciso ser fomentada cotidianamente, possibilitando reflexão e pensamento crítico.

Cap. 21

Os antiéticos e os aéticos

Pag. 110

Posso eu dizer que alguém não tem ética? Não. Por quê? Porque, se você tem princípios e valores para decidir, avaliar e julgar, então você está submetido ao campo da ética.

Diante disso, não existe falta de ética, existe o antiético, que é contrário a uma ética que determinado grupo compartilha e aceita. Por exemplo, um político corrupto “pode” ter ética, contudo a ética que ele possui é totalmente contrária a de outros cidadãos que são opostos a este tipo de conduta.

Cap. 22

Uma pessoa inteira    Pag. 113

Integridade é o princípio ético para não apequenar a vida, que já é curta. [...] É honestidade, é sinceridade. [...] Você obtém um pouco de sossego mental quando aquilo que você quer é também o que você deve e é aquilo que você pode.

Quando o sujeito possui objetivos e princípios claros e evidentes, torna-se mais fácil lidar com os problemas que eventualmente surgem. Deve se ter a integridade como razão central, uma pessoa integra é justa, é honesta e não se desvia do caminho.

Cap. 23

Os outros de nós mesmos

Pag. 118

Ver o outro como outro e não como estranho. Um ponto de vista é uma vista a partir de um ponto.

Só é viável falar em uma ética que promova uma vida digna em coletividade, se formos capazes de olhar o outro como outro e não como estranho. É preciso afastar toda forma de arrogância e ganância pois esta faz a humanidade regredir.

Cap. 24

Fábula da coletividade

Pag. 121

Nada nos dá legitimidade para supor que sejamos os proprietários da vida que neste planeta está.

Ao protegermos o nosso planeta, estamos protegendo a nós mesmos. Tudo que é feito a Terra recairá sobre nós. Nesse sentido, a vida não nos pertence, somos parte dela. Diante disso, é preciso discutir, ensinar, refletir e aprender, pois torna-se um dever ético que façamos isso.

Cap. 25

A escolha é sua; já as consequências...

Pag. 125

A decisão em um dilema é sempre individual. Mas as suas consequências podem afetar muitas outras pessoas.

Sempre que existe a possibilidade de decidir entre o que se quer e o que se pode, há um dilema ético, que será permeado e direcionado pelos princípios e valores que regem a conduta humana. Uma vez que se compreende sobre como esses fatores influenciam a vida, se entende também como manejar esses processos e evitar que suas consequências afetem as pessoas.

Cap. 26

Sábios Xavates

Pag. 129

É necessário cuidar da ética para não anestesiarmos a nossa consciência e começarmos a achar que tudo é normal.

A sociedade em que vivemos é totalmente desigual, isso é um fato, contudo, não podemos nos acostumarmos com tamanha desigualdade, e acharmos isso normal, seria totalmente antiético sermos coniventes com o atual modo de vida a qual se encontram os miseráveis. É necessário cuidar da ética e além disso, buscar meios para ir contra esse sistema que oprime e escraviza, que não possibilita nenhuma oportunidade de melhoria e qualidade de vida.

Cap. 27

Opção pela perenidade

Pag. 134

Empresas que têm uma visão estratégica de futuro estabelecem fortes conexões entre ética e negócios.

É comum encontramos empresas que encaram a ética como mero mecanismo de fachada, e estas correm grandes riscos, por não trabalharem com transparência. Uma empresa séria pratica a ética e não admite que esta seja apenas um instrumento de propaganda. Pelo contrário, fazem de tudo para conquistar respeito e credibilidade, desse modo, se ampliam e se desenvolvem cada vez mais no mercado.

Cap. 28

“Lembra-te que és mortal”

Pag. 138

Um poder que se serve, em vez de servir, é um poder que não serve.

É bastante comum encontrarmos nos mais variados espaços de trabalho, indivíduos que se julgam poderosos pelo cargo que ocupa, pelo dinheiro que recebem, pela roupa que vestem, pelo carro que possuem, pelo local onde moram. Contudo, quando uma pessoa tem esse tipo de postura, o  reflexo na ética é muito forte, a sua capacidade de criar relações que preservem a dignidade do outro é bastante falha.

Cap. 29

As inquietações persistem

Pag. 139

A vida é muito curta para ser pequena! [...] “a única coisa que você leva da vida é a vida que você leva...”

A obra é algo de extrema importância para os outros, é algo que quando se ausenta, faz falta. E isso sem dúvidas é a maior herança que alguém pode deixar, fazer falta. Diante disso, a pessoa não desperdiça sua vida quando enxerga as relações que dão propósito à sua própria existência. A convivência saudável, a amorosidade contínua e a afetividade elevam a vida.

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