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Relatório de Aula Prática: Coloração Gram

Por:   •  16/10/2022  •  Relatório de pesquisa  •  748 Palavras (3 Páginas)  •  123 Visualizações

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Estudantes: Breno E. Sellmer, Christian Gerson V. B. Filho, Eliabe de Oliveira, Larissa T. Zarpelon, Livia G. G. B. Grejianin, Lucas M. Pimenta, Pedro H. Müer, Helena Roberta B. Soares e Wilian dos Santos Teles

Turma: 4QUIMI.

Relatório de Aula Prática: Coloração Gram

Introdução:

  Microrganismos são organismos microscópicos que podem viver em sua forma unicelular ou então em um aglomerado, formando colônias. Entre esses seres, existem as bactérias, que podem ser diferenciadas entre si de diversas formas como, por exemplo, o grau de permeabilidade de sua parede celular, que as divide entre bactérias gram negativas e bactérias gram positivas. Para visualizar isso, existe a técnica de coloração gram, descoberta por Hans Christian J. Gram, em 1884. Nela, é possível diferenciar as duas espécies de maneira fácil, pois bactérias do tipo gram positivo assumem a coloração roxa, enquanto as do tipo gram negativo assumem coloração vermelha.

Materiais e Métodos:

  • Alça bacteriológica
  • 1 lâmina de vidro
  • Lamparina
  • Pipetas de pasteur
  • Violeta de genciana
  • Lugol
  • Álcool absoluto
  • Fucsina
  • 1 Placa de Petri exposta ao ambiente de suinocultura por 15 minutos

  Para dar início ao experimento, foi pego, com o auxílio de uma alça bacteriológica, um esfregaço de uma colônia da placa de petri na qual foi exposta ao ar contaminado da suinocultura, feita em aulas anteriores. O esfregaço foi espalhado numa lâmina de vidro limpa que foi levada para ser fixada, utilizando o calor da chama de uma lamparina, onde o esfregaço ficou virado para cima. Feito o processo de fixação, as células ganharam a aderência à lâmina. Com as células fixadas à lâmina, foi pipetado em cima do esfregaço o violeta de genciana, agente que dá a cor púrpura às bactérias de gram positivo, por aproximadamente um minuto. Após esse tempo, foi pipetado o Lugol, agente mordente utilizado para fixar a coloração, que ficou por mais um minuto. Então, a lâmina foi lavada com água, para remover os excessos de violeta de genciana e lugol. Feito isso, foi pingado em cima do esfregaço álcool absoluto, para que haja a descoloração das gram negativas, por aproximadamente quinze segundos e lavado. Depois, foi pingado o Fucsina, contracorante que deu coloração às gram negativas, e lavado novamente. Com a lâmina pronta, podemos partir para suas observações no microscópio.

Resultados e Discussão:

  Para a elaboração da lâmina, foi aberta a placa de Petri que havia sido exposta por quinze minutos ao ar da suinocultura e escolhida uma colônia jovem e pontual, que foi removida com cuidado utilizando de uma alça bacteriológica, que havia sido previamente esterilizada com as chamas da lamparina. Assim que removida, a colônia é colocada na lâmina e espalhada por boa parte da extensão de seu centro. Então, usando uma pinça de madeira, a lâmina foi exposta às chamas da lamparina por cerca de trinta segundos, para que fosse fixada a colônia, que estava virada para cima. Feito isso, foi aplicada sobre a colônia algumas gotas de violeta de genciana, o suficiente para cobrir toda a colônia, e foi deixado esse agir por cerca de um minuto e, então, aplicado o lugol para que fixasse o violeta de genciana nas células, por mais um minuto. Passado esse tempo, a lâmina foi lavada com água, removendo o excesso de violeta de genciana e lugol sobre a colônia. Agora lavada, foi aplicada na lâmina o álcool absoluto, apenas o suficiente para cobrir a colônia, por quinze segundos e sendo novamente lavada. Como última etapa para a criação da lâmina, aplicamos sobre a colônia algumas gotas de fucsina e lavado uma última vez. Colocando a lâmina pronta no microscópio e focando na mesma, foi possível ver diversas células de cor roxa, porém, nenhuma de cor vermelha (Figura 1).

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