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Trabalho da Disciplina Análise de Investimentos em Ações e Fundos

Por:   •  6/1/2019  •  Projeto de pesquisa  •  1.742 Palavras (7 Páginas)  •  6 Visualizações

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Planejamento

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Descrição: Estácio

UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ

MBA EM GESTÃO FINANCEIRA E CONTROLADORIA

Fichamento de Estudo de Caso Santander Consumer Finance

Lívia Fontes de Castelo Branco Cabral

Trabalho da disciplina Análise de Investimentos em Ações e Fundos,

Tutor: Prof. Ricardo Guaritá

Fortaleza - Ceará

2018

Estudo de Caso : Santander Consumer Finance

ANÁLISE DE INVESTIMENTOS EM AÇÕES E FUNDOS

Santander Consumer Finance

REFERÊNCIA: TRUMBULL Gunnar,CORSI Helena,BARRON Andrew Harvard Business School 712-P04, dezembro de 2010

O Fichamento é referente ao caso da Chief Executive Officer (CEO) Magda Salarich Fernandez de Valderrama da Santander Consumer Finance (SCF) onde após trabalhar 28 anos para a Citroen em vários cargos, agora havia sido nomeada para assumir o cargo de CEO para a Espanha e o papel dela pelos próximos 10 anos será planejar um caminho a seguir e para dar início deveria apresentar uma nova estratégia no período de quatro meses para tentar alcançar o mesmo sucesso nos últimos cinco anos sob a gestão do antigo CEO.

O grupo Santander foi fundado na Espanha em 1857 e ao longo dos anos o banco foi aumentando seus negócios e na década de 1950 foi se expandindo para alguns países latino-americanos e Londres.E para acompanhar esse crescimento acelerado, em 2004, o grupo realocou operações de Madrid para a Ciudad Financiera Santander.Em 2007, o grupo Santander era um dos maiores bancos do mundo em termos de capitalização de mercado e lucro líquido, o grupo operava a maior rede de bancos de varejo no mundo ocidental.

Atualmente o produto mais vendido da SCF era o financiamento de veículos, tanto para o consumidor final quanto para as revendedoras financiarem o seu estoque. As vendas de bens duráveis e financiamentos de veículos eram feitas indiretamente e dependiam de revendedores de automóveis e varejistas dessa maneira essa estratégia mantinha a empresa longe de seus clientes.A empresa também fornecia outros serviços financeiros como: seguro de proteção ao pagamento, cartões de crédito e débito, cartões de crédito de marca compartilhada, atendimento bancário online, empréstimos pessoais, serviços de consolidação de dívida e hipotecas. Nesses casos as vendas eram feitas diretamente por sua equipe de vendas. A principal estratégia era vender esses produtos para os clientes indiretos de empréstimos de veículos e bens duráveis.

Quando Salarich entrou em 2004 na SCF nada mais era que uma soma de diversas unidades localizadas em diferentes países, com diferentes modelos de negócios,operações,plataforma da TI e abordagens de marketing porém Salarich queria fazer com que a SCF fosse reconhecida fora do grupo Santander e então a idéia foi centralizar as decisões em relação a financiamentos e centralizar os centros de dados dos clientes e com isso em 2008, a SCF já operava em 20 países gerando 8% dos lucros totais dos bancos.

A parte de financiamento ao consumidor incluía qualquer tipo de empréstimo para financiar compras do consumidor, com exceção de hipoteca para compra de imóveis. E foi o crescimento do setor de manufatura de bens duráveis na era entre guerras e pós-Segunda Guerra que transformou o crédito ao consumidor em uma característica aceitável da sociedade moderna, Inovações em avaliação de risco, processamento de dados e financiamento; todos esses fatores contribuíam para um boom nos empréstimos. No final de 2006, empréstimos ao consumidor na Europa representavam cerca de € 1 trilhão em empréstimos em aberto.Embora menor do que o dos EUA, o mercado de crédito ao consumidor europeu também tinha características diferenciadas que o tornavam qualitativamente diferente.

Os empréstimos na Europa eram menos baseados em mutuários sub-prime (de alto risco). As taxas de juros normalmente não eram ajustadas para levar em conta o risco individual, e uma parte menor dos empréstimos estava em contas rotativas. As características institucionais dos mercados de crédito europeus também limitavam as possibilidades de gerir produtos de risco. Bureaus de crédito trabalhavam em nível nacional, e cada país impunha diferentes padrões para coleta, processamento e distribuição de dados. Os mercados europeus de crédito ao consumidor são muito diferentes entre si, em termos de produtos. Por exemplo, na Alemanha, não há cartões de crédito, e os alemães em geral dependem bastante de facilidades de saque a descoberto, que, por sua vez, são raros na Espanha e na França, onde os cartões de crédito são na maioria cartões de pagamento. No Reino Unido, onde a dívida é mais do tipo não garantida (com taxas variáveis), cartões de crédito são principalmente do tipo rotativo. A Itália e a Bélgica, ao contrário, são mercados onde cartões de crédito são menos usados. Aqui, as pessoas compram menos a crédito e economizam mais. O baixo nível de empréstimos intraeuropeus tinha sido atribuído a barreiras culturais, naturais e regulatórias.Do lado da demanda, os clientes pareciam confiar mais em fornecedores nacionais,

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