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Condições de vida dos trabalhadores em ordem cronológica no Amazonas

Por:   •  29/6/2017  •  Artigo  •  399 Palavras (2 Páginas)  •  143 Visualizações

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Condições de vida dos trabalhadores em ordem cronológica no Amazonas

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Condições de vida dos trabalhadores em ordem cronológica no Amazonas

* 1930-1933

- Iniciação de novas ideias econômicas em nível nacional com foco na industrialização e avanço nas questões trabalhistas.

- Apesar da retração das exportações no interior do Amazonas, a ‘’nova ordem’’ não influenciou na produção e comercialização de bens.

- Capitalismo vs. Desigualdade – Expansão do capitalismo no Sul e Sudeste e elevação das desigualdades na Amazônia.

- Intervenção do Governo Vargas com a nomeação de Álvaro Botelho Maia como interventor até 1931.

- Governo de Álvaro Maia sendo considerado o alavancar das questões sociais nos seringais.

- O Estado Novo (1930-1940) e a política de valorização do extrativismo.

- Na mesma década aconteceu um movimento que tinha como objetivo reorganizar o bloco de poder local e impedir a reivindicação dos trabalhadores.

- O Decreto-Lei n.° 19.433, de 26 de novembro de 1930, que crio o Ministério do Trabalho, Indústria e Comércio, estabelece a necessidade de uma fábrica de financiamento da matéria-prima látex, no Vale do Juruá.

- Avanço da Previdência Social como forma de entrave para ‘’questão social’’ no Sul/Sudeste.

- Contribuição financeira forçada do Amazonas para a concretização do projeto de industrialização.

* 1934-1936

- Criação da Caixa de Aposentadoria e Pensões dos Trabalhadores em Trapiches e Armazéns, através do Decreto n.° 24.272, de 21 de maio de 1934.

- Em 1936 foi criada a primeira Escola de Serviço Social no Brasil.

* 1940-1942

- Os Acordos de Washington é assinado em 3 março de 1942 com o objetivo de alocar recursos para a produção e melhoria dos seringais.

- A cláusula quarta do Acordo de Washington relacionada ao desenvolvimento da produção e melhorias das condições gerais da região e do trabalhador.

- Recuperação dos seringais, assistência médica, financeira e alimentar aos seringueiros que mantinham o contrato de dois anos e após saírem dos portos de Belém e Manaus, recebiam auxílios.

-A assistência médica era desenvolvida pelo Serviço Especial de Saúde Pública – Sesp e recebia o suporte da empresa norte-americana RDC –

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