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Resumo Karl Marx Um Toque de Clássicos

Por:   •  6/9/2017  •  1.183 Palavras (5 Páginas)  •  201 Visualizações

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Segundo Marx, as lutas de classe são o motor da historia já que as principais transformações estruturais são movidas por meio das lutas de classe. A classe dominadora passe a ser o mais potente agente da mudança.

A expressão elementar da riqueza da sociedade é a mercadoria, ou seja, os produtos e as forcas de trabalho. Coisas úteis, porém, podem não ser mercadorias, desde que não sejam produtos do trabalha ou não se destinem à troca (como a produção para uso próprio). A mercadoria tem valor de uso e valor de troca. Ela satisfaz a necessidade humana e serve para consumo, aquilo que não e consumido não e mercadoria.

Para calcular a valor de troca de uma mercadoria, mede-se a quantidade da “substância” que ela contém, a trabalha, embora para isso não se levem em canta as diferenças entre habilidades e capacidades de seus produtores individualmente e, sim, a força social média, a tempo de trabalho socialmente necessário.

A divisão de trabalho e responsável pela existência de produtores que realizam trabalhos distintos e que, por isso, precisam obter o produto da atividade de outros para seu próprio consumo. A força de trabalho é a única mercadoria que pode produzir mais riqueza do que seu próprio valor de troca.

O valor da força de trabalho no mercado é calculado através do “valor dos meios de subsistência requeridos para produzir, desenvolver, manter e perpetuar a força de trabalho”, ou seja, tudo o que é necessário para que o trabalhador se reproduza de acordo com suas habilidades, capacitação e nível de vida, o qual varia historicamente entre épocas, regiões e ocupações.

Marx dedicou boa parte de sua oba ao estudo do surgimento, evolução e superação do capitalismo. A sociedade capitalista baseia-se na ideologia da igualdade, cujo parâmetro é o mercado. De um lado, está o trabalhador que oferece no mercado sua força de trabalho, de outro, o empregador que a adquire por um salário. A taxa de mais-valia, a razão entre trabalho excedente e trabalho necessário, expressa o grau de exploração da força de trabalho pelo capital.

Segundo Marx e Engels, o modo de produção capitalista estende-se a todas as nações, constrangidas a abraçar o que a burguesia chama de “civilização”. A premência de encontrar novos mercados e matérias-primas e de gerar novas necessidades leva-a a estabelecer-se em todas as partes.

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