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A CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO PARÁ

Por:   •  6/8/2022  •  Exam  •  1.384 Palavras (6 Páginas)  •  94 Visualizações

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MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO[pic 1][pic 2]

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO PARÁ

COORDENAÇÃO DO CURSO DE LICENCIATURA EM QUÍMICA

AULA EXPERIMENTAL 3:

PADRONIZAÇÃO DE SOLUÇÕES

Relatório apresentado na disciplina de Química Geral Experimental II, aplicado a turma C863MD do  Curso de Licenciatura em Química como requisito para obtenção de nota na 1ª avaliação bimestral.

Docente: Profª M.Sc. Rosevane Monteiro

DISCENTES

Daisy Macedo da Conceição Adam                Matrícula: 20200865291

Polyanna de Nazaré da Silva Ferreira        Matrícula: 20200865570

Renan Campos e Silva                        Matrícula: 20200865566

BELÉM – PARÁ

Julho 2022

SUMÁRIO

  1. Objetivo        3
  2. Introdução .............................................................................. 3
  3. Reagentes e Materiais        4
  4. Métodos         4
  5. Resultados e discussões        5
  6. Conclusão        6
  7. Referências        6

 

  1. OBJETIVO

                Padronizar as soluções de padrão secundário de HCl e NaOH para a volumetria de neutralizações.

  1. INTRODUÇÃO

padronização de soluções é um processo que permite a determinação exata da concentração de uma solução. As substâncias que eles usam para esse fim são chamadas de padrões primários.

A solução é padronizada usando o método de titulação volumétrica (titulação), seja por técnicas clássicas ou instrumentais (potenciometria, colorimetria, etc.).

Para fazer isso, a espécie dissolvida reage previamente com um padrão primário pesado. Portanto, o uso de balões volumétricos é essencial para essas análises quantitativas.

Por exemplo, o carbonato de sódio é um padrão primário usado na padronização de ácidos, incluindo o ácido clorídrico que se torna um titulante, uma vez que pode ser usado na titulação do hidróxido de sódio. Assim, a basicidade de uma amostra pode ser determinada.

Os volumes de titulante são adicionados continuamente até reagir com uma concentração equivalente do analito. Isso indica que o ponto de equivalência do grau foi atingido; Em outras palavras, o titulante “neutraliza” o analito completamente, transformando-o em outra espécie química.

Sabe-se quando a adição de titulante deve ser concluída com o uso de indicadores. O momento em que o indicador muda de cor é chamado de ponto final ou “ponto de viragem” da titulação.

A padronização nada mais é do que obter um padrão secundário que servirá para determinações quantitativas. Quando é necessária grande precisão na concentração das soluções, a solução titulante e a solução a que tem direito são padronizadas.

Características dos padrões primários

As substâncias usadas como padrões primários devem atender a uma série de requisitos para cumprir sua função de padronização:

  1. Ter uma composição conhecida, pois, caso contrário, não se saberá exatamente quanto deve ser pesado a partir do padrão (muito menos calcular sua concentração subsequente).
  2. Ser estável à temperatura ambiente e resistir às temperaturas necessárias para secar no fogão, incluindo temperaturas iguais ou superiores à temperatura de ebulição da água.
  3. Ter grande pureza. Em qualquer caso, as impurezas não devem exceder 0,01 a 0,02%. Além disso, as impurezas podem ser determinadas qualitativamente, o que facilitaria a remoção de possíveis interferentes nas análises (volumes errôneos usados ​​como titulantes, por exemplo).
  4. Seja fácil de secar e não pode ser tão higroscópico, ou seja, retenha a água durante a secagem. Nem devem perder peso quando expostos ao contato com o ar.
  5. Não absorva gases que possam causar interferência, bem como a degeneração do padrão.
  6. Reaja rapidamente e estequiometricamente com o reagente titulante.
  7. Ter um peso equivalente alto que reduz os erros que podem ser cometidos durante a pesagem da substância.

   

  1. REAGENTES E MATERIAIS

  1.   MATERIAIS

  • Pipeta volumétrica de 5 mL.
  • Bureta de 10 mL.
  • Erlenmeyer de 250 mL.
  • Pêra de borracha.
  • Balança analítica.
  • Garra.  
  • Pisseta.
  • Pipeta Pasteur.
  1.   REAGENTES

  • Solução de NaOH 1 M.
  • Solução de HCl 1M.
  • Biftalato de potássio (KHC8H4O4).
  • Solução de Fenolftaleína.
  • Carbonato de sódio (Na2CO3).
  • Solução de Vermelho de metila.
  • Água destilada isenta de CO2.
  • Água destilada.
  1. MÉTODOS

PARTE I: Padronização da Solução de NaOH 1 M com o padrão primário Biftalato de potássio. 

Inicialmente pesou-se três massas de Biftalato de potássio (m1= 1,0003 g; m2=1,0008 g; m3=1,0005 g) cada uma delas foi colocada em um erlenmeyer de 250mL, em seguida cada amostra foi diluída com 20 mL de água destilada isenta de CO2, após completa dissolução adicionou-se 3 gotas de solução de fenolftaleína em cada erlenmeyer. Com a bureta já devidamente ambientada e aferida com a solução de NaOH 1M iniciou-se as titulações. Obteve-se então três volumes (V1= 4,95 mL; V2= 4,95 mL; V3= 4,90 mL).

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