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Exercício Economia: Moeda e Crédito

Por:   •  12/3/2018  •  1.702 Palavras (7 Páginas)  •  39 Visualizações

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- O banco e o estado

Os governos passam a regular o sistema bancário (financeiro) como forma de garantir os créditos dos clientes (cidadãos): emerge a necessidade da constituição dos B.C.

Ler página 49 – meio segundo parágrafo.

O encaixe (depósito compulsório) para o B.C. passou de moedas preciosas para unidade montaria de curso forçado, moeda legal, emitida pelo Tesouro Nacional (real).

Moeda legal: Emitida pelo Tesouro.

Moeda escritural: controladas pelos bancos: por exemplo: cheques que representam moeda.

Ler página 49 – Terceiro Parágrafo do meio ao fim.

Cabe salientar que na relação comercial entre os países nem todas as moedas são conversíveis para pagamento de dívidas, em geral, apenas o ouro ou dólar são mais usuais para tais operações.

Ler página – 51 – primeiro parágrafo finl.

- A “criação” de moeda

O valor multiplicador da moeda escritural está vinculado ao valor exigido para o encaixe (depósito compulsório dos bancos ao BC). No exemplo exposto pelo autor (pg. 51), a operação começa com um depósito PF de 10.000 a um Banco que recolhe 2.000 (20 %) ao B.C. Ler Terceiro Parágrafo página 51 e 52.

Se não houvesse o encaixe, o dinheiro escritural se multiplicaria infinitamente.

O multiplicado utilizado no exemplo do autor foi da ordem de 20% ou 1/5. Poderia ter sido 1/6 ou outro percentual. Os encaixes são meios utilizados pelo B.C. para operar a política monetária do Governo Federal.

Ler página – 52 – final segundo parágrafo.

- O valor da moeda

Equação Quantitativa da Moeda

M= Q x P/V

M: Moeda

Q: Mercadorias comparadas/vendidas

P: Preço Unitário

V: Velocidade média de circulação da moeda.

Ler página 53 – Segundo parágrafo.

A discussão dessa fórmula gira em torno de “o que representa o quê?”.

Os monetaristas afirmam que os preços decorrem da quantidade de moeda em circulação.

Fórmula alterada pelos monetaristas:

P=M x V/Q

LER página 54 terceiro parágrafo.

- O controle da oferta de moeda

Em que M (Volume da Moeda) pode ser controlada pelo governo? Pelos depósitos compulsórios recolhidos ao B.C. e pela emissão da moeda legal. Outra forma de controle monetário lançada pelos Governos é a emissão de títulos (ex do autor: open marketing , ORTN, não mais em circulação).

Ler página; 55 primeiro parágrafo – meio ao final.

Todavia, nem sempre M corresponde aos estímulos laçados pelo Governo. Na crise de 1930, por exemplo, ejetou-se volume de moeda nos bancos, mas não havia movimentação devido à crise. Na década de 80, no Brasil, ocorreu o inverso, sem que fosse possível conter a inflação.

Para os monetaristas, os governos são capazes de controlar a inflação, em face que cabe ele o controle do volume da moeda (M).

- A Moeda e os Preços

A tese dos monetaristas tem por fundamento que o controle austero da equação P=M x V/Q permite que os preços não cresçam. Para se diminuir o ritmo de M, deve-se conter a expansão do crédito. Contudo, tal medida afetará o dinamismo econômico e segmentos da classe dominante farão restrições a isto.

Todavia, a receita monetarista não funciona essencialmente porque a Economia Capitalista é por essência não passível de ser controlada/planejada. Em última instância,o movimento do capital intersetorialmente não obedece a nenhuma regra específica. Existe uma anarquia da produção, baseada na ampla liberdade dos agentes econômicos produzirem e venderem a quantidade que desejarem e a quem interessar.

Os setores da economia, por vezes, seguem em descompasso.

Ler página 57 primeiro parágrafo (meio ao final).

Existem os desequilíbrios intersetoriais que causam pontos de estrangulamento. O s preços sobem por conta da economia real e não do lado monetário, segundo o autor.

A intermediação bancária na compra e venda de matérias-primas, por exemplo, dinamiza a economia real pelo serviço de cobrança (adiantamento de duplicatas). Ler primeiro parágrafo da página 58.

- O Controle Monetário da Inflação

Se a autoridade monetária resolve parar a inflação no freio monetário, os custos sociais são visíveis: caso do Chile de Pinochet.

Ler página 58 – segundo parágrafo.

A posição monetarista não enxerga as verdadeiras razões para diminuir os meios de pagamento (crédito, adiantamento de duplicatas).

Numa guerra, por exemplo, não há como ter controle da inflação.

Emitir uma quantidade elevada de moeda gera, de fato, inflação.

Lutas entre patrões e empregados por maior porções da apropriação do excedente podem gerar inflação: reajustes de salários repassados aos preços.

Ler página: 59 a 60- Terceiro Parágrafo – meio ao final.

A espiral entre preços e salários eleva P (preços) e causa desequilíbrios que são contagiosos para outros segmentos da economia, aumentado tanto M como P.

Ler página 60 – segundo parágrafo – meio ao final.

Conter monetariamente a inflação tem efeito apenas efêmero.

Ler página 61 – segundo parágrafo.

- Correção monetária

O

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