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Educação Física na Vida de Crianças Obesas

Por:   •  18/4/2022  •  Trabalho acadêmico  •  5.662 Palavras (23 Páginas)  •  387 Visualizações

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UNOPAR

Sistema de Ensino A DISTÂNCIA

EDUCAÇÃO FÍSICA LICENCIATURA

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Cidade

2020

Cidade

2020

Cidade

Sete Lagoas

2021

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Sumário

INTRODUÇÃO        3

1        TEMA        4

2        JUSTIFICATIVA        6

3        PARTICIPANTES        7

4        OBJETIVOS        8

5        PROBLEMATIZAÇÃO        9

6        REFERENCIAL TEÓRICO        11

6.1.        Definição de obesidade        11

6.2.        A obesidade infantil no Brasil        12

6.3.        A contribuição da Educação Física para redução da obesidade no Ensino Fundamental I        14

7        METODOLOGIA        17

8        CRONOGRAMA        19

9        RECURSOS        20

10        AVALIAÇÃO        21

CONSIDERAÇÕES FINAIS        22

REFERÊNCIAS        23

INTRODUÇÃO

Nos últimos anos a quantidade de pessoas com sobrepeso e obesas vem aumentando, tal aumento deve-se entre outros motivos, a alimentação inadequada e inatividade física. A obesidade infantil tem se tornado muito presente na sociedade atual, tendendo a prolongar-se até a fase adulta. Santos, Carvalho & Garcia Júnior (2007, p. 207) afirmam que “a obesidade da infância e da adolescência pode perdurar na vida adulta e resultar em consequências em curto e longo prazo” e que “várias doenças são desenvolvidas a partir desse quadro”. Os mesmos autores ainda destacam que “a situação está ficando pior porque, além da alimentação em excesso, os indivíduos têm se tornado cada vez mais sedentários”.

É notório que atualmente, a grande maioria das crianças não praticam atividades físicas regularmente, e atividades que habitualmente eram praticadas pelas crianças, tais como brincar com os colegas no quintal, foram trocados por intensas horas em frente à televisão, computadores, tabletes e demais equipamentos tecnológicos. Outro fator que afeta diretamente o desenvolvimento das crianças é o microambiente familiar, sendo os hábitos de vida dos pais determinantes nesse sentido (OLIVEIRA & FISBERG, 2003). Por exemplo, pais fisicamente ativos tendem a estimular a prática de atividade física dos filhos, ou então, pais cuja alimentação é saudável têm filhos que seguem seus padrões alimentares. Filhos de pais sedentários e com maus hábitos alimentares possuem maior tendência de desenvolver obesidade infantil.

Tendo em vista o aumento do prevalecimento de obesidade infantil no Brasil e suas complicações, fazem-se necessárias práticas que garantem a prevenção e o combate dessa patologia, sendo a escola um dos espaços possíveis para tal intervenção. Portanto, fica mais que evidente que nos dias atuais, as aulas de Educação Física se tornaram uns dos poucos lugares para a prática de atividades físicas na infância. As crianças, na maioria das vezes, tem como espaço para prática de alguma atividade física orientada apenas as aulas de educação física escolar, que, apesar de serem frequentadas durante poucas horas por semana, normalmente duas aulas de 50 minutos, serve como local de oportunidade para beneficiar-se de uma atividade dirigida por um profissional graduado, onde os mesmo vislumbram a chance de receber um assessoramento mais embasado não só sobre atividades físicas, mais também sobre temas relacionados à saúde (TEIXEIRA, 2010).

  1. TEMA

A obesidade infantil é um tema que deve fazer parte das discussões teóricas e práticas nas aulas de Educação Física e de outras disciplinas na escola. Os PCN’s trazem como um de seus temas transversais a Saúde, portanto, é papel da escola, por meio de trabalhos multidisciplinares, abordar questões relacionadas à saúde, e a obesidade seria um desses temas. Esse projeto de ensino apresenta algumas formas de se trabalhar esse tema durante as aulas, o que pode auxiliar os professores da área.

Ao invés de pensar em tratamento durante as aulas, deve-se pensar em ações concretas de prevenção e esclarecimento. Essas ações, com certeza, iriam auxiliar o entendimento sobre a obesidade infantil, orientando os alunos a se cuidarem e a se posicionarem criticamente frente a este tema. 

Como os programas de intervenção ainda possuem pouco acordo, a prevenção permanece sendo a melhor opção. Os empenhos para a prevenção da obesidade na infância são possivelmente mais ativos quando dirigidos concomitantemente aos alvos primário e secundário, com objetivos distintos. A prevenção primordial tende precaver que as crianças transformem "de risco" para sobrepeso; a prevenção primária possui o intuito de impedir que as crianças "de risco" contraiam sobrepeso; e a prevenção secundária tende prevenir a gravidade crescente da obesidade e minimizar a comorbidade entre crianças com sobrepeso e obesidade.

Essas iniciativas de prevenção são as mais satisfatórias, se forem principiadas e mantidas durante a infância e a adolescência. Deve possuir um empenho expressivo para encaminha-las à prevenção da obesidade nos primeiros dez anos de vida. É extremamente importante que seja incluído ao currículo das escolas, o estudo de nutrição e hábitos de vida saudável, afinal, neste ambiente é que pode iniciar o interesse, a compreensão e a alteração dos hábitos dos adultos, por mediação das crianças.

Portanto fica claro a importância das aulas de educação física escolar no combate a obesidade infantil, de forma que fica evidente a facilidade da mesma em estimular a atividade física no meio infantil de forma prazerosa, onde seguir essa tendência é de suma importância uma vez que é a partir desta fase que se tem maior possibilidade de aprendizado, pois ocorre um aumento da possibilidade do desenvolvimento de hábitos saudáveis durante a vida adulta.

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