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Seminário de História da Arte

Por:   •  29/1/2018  •  1.657 Palavras (7 Páginas)  •  123 Visualizações

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- Num deles, o objeto artístico encontra-se instalado no interior de funções econômicas ou sociais: embora enquanto arte o objeto continue sendo não utilitário, enquanto elemento de um vasto mecanismo é empregado para outros fins. Esse emprego garante-lhe a sobrevivência. Por exemplo o crucifixo, que antes de ser arte foi objeto de culto. No outro registro, o objeto artístico reduz-se à gratuidade; esvaziado de toda função, ele depende de uma assistência ao mesmo tempo intencional e artificial, provocada unicamente pelo seu prestígio de ser arte.

- Com assistência o autor quer dizer que o objeto artístico precisa de uma ajuda para se tornar artístico, que seja de um crítico, de um curador de museu, ou de qualquer pessoa importante no mundo da arte que o possa julgar como tal, pois não tendo nenhuma outra função, a não ser, ser uma obra de arte, ele precisa ser assim reconhecido.

- O quadro tornou-se um objeto para ser ostentado, quanto mais caro, mais importante e conhecido e quem o possui, tem as mesmas características, além de ser uma pessoa com bastante poder aquisitivo, já que conseguiu comprar um quadro de valor tão alto.

- Um processo assumido de renovação cultural, são pintores "malditos" e movimentos "marginais" que mais tarde serão consagradosas, vanguardas são cúmplices dos marchands.

- O de distinguir, de valorizar socialmente uma elite.

- O de instrumento de prazer cultural de riqueza inesgotável.

- Como a razão está presente na produção artística?

Está presente na fabricação do objeto artístico, pois para tanto precisamos de uma organização material e de um aprendizado técnico impossível sem ela. Dependemos também de um encadeamento lógico para ordenarmos nossas ideias quando queremos exprimir o resultado do nosso contato com a obra de arte.

- A arte exige um conjunto de relações e de referências muito complicadas. As regras do jogo artístico evoluem com o tempo, envelhecem, transformam-se nas mãos de cada artista. Tudo na arte – e nunca estaremos insistindo bastante sobre esse ponto – é mutável e complexo, ambíguo e polissêmico. Com a arte não se pode aprender "regras" de apreciação. E a percepção artística não se dá espontaneamente

- O discurso sobre a arte não busca fazer críticas destrutivas, busca explica-la e dessa forma a enriquece, pois a partir do momento que uma pessoa entende uma obra, a mesma passa a ser mais interessante e assim mais “rica”.

- É o único meio de entender e tentar desvendar uma obra de arte pela razão, com interesse e observação.

- Para ter acesso à arte é necessário ser alfabetizado, pois se não é de importância primária é pelo menos de muita importância, pois a alfabetização facilita o entendimento de muita coisa incluindo a arte e num país subdesenvolvido como o Brasil, nem todo mundo tem acesso à escola. Outro problema é que as poucas manifestações artísticas interessantes neste país não são usuais e normalmente muito caras. E finalmente, as pessoas estão preferindo “assistir” a arte na televisão ou nas telas dos computadores, o problema disso é que esses meios não substituem a relação direta com a obra.

- A Arte é a estética, a noção do belo e arte pode ser a obra de arte ou objeto artístico.

- Quando o autor falou das diferenças entre Barroco e Classicismo me interessou bastante. Foi muito marcante a forma em que ele foi apontando o jeito em que cada obra foi feita, além disso, duas pinturas foram colocadas para exemplificar e isso ajudou bastante na compreensão. Me ajudou muito e era algo que eu já tinha curiosidade, por isso me despertou tanto interesse.

- [pic 2]

Pintura de nome “Natureza-morta Viva” de Salvador Dalí, para fazela foi usada a técnica óleo sobre tela, ela tem 125cm x 160cm, se encontra em São Petersburgo, na Flórida, no Museu Salvador Dalí.

Ela me chamou atenção pois é exatamente aquilo que o nome diz. Um quadro de natureza morta teria os objetos pintados, apenas, mas Dalí teve a criatividade de pensar em algo novo, algo que ninguém tinha feito antes e algo impossível de ser colocado em cenário pois as coisas não flutua como na pintura, ele pensou em tudo e teve o cuidado de pintar tudo exatamente como seria se realmente flutuasse. Tudo nessa pintura é muito singular, até o modo em que ele pinta o mar e a água saindo do jarro e tudo isso faz dela muito fascinante para mim.

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