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Apreciação Critica da Teoria Burocrática e Estruturalista

Por:   •  19/2/2018  •  748 Palavras (3 Páginas)  •  186 Visualizações

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O individuo e o grupo (teoria clássica e teoria das relações humanas, respectivamente) deixam de ser o foco de atenção do modelo e passa a ser a estrutura organizacional como um todo.

3. Dupla tendência teórica:

No estruturalismo coexistem duas tendências teóricas marcantes:

a) Integrativa: Tem como preocupação juntar os aspectos integrativos da organização.

Possui como objeto de análise a organização como um todo.

b) Conflito: Tem como preocupação mostrar a dinâmica entre os aspectos de conflito e divisão da organização.

Possui como objeto de análise os conflitos (que não são relegados à esfera de atritos interpessoais, mas também à estrutura organizacional e societária).

4. Análise organizacional mais ampla:

A teoria estruturalista estimula o estudo de organizações não-industriais e de organizações não-lucrativas (escolas, hospitais, entre outros). O estruturalismo trata-se sobre tudo de organizações complexas (Organizações de proporções maiores) e do estudo e da analise das organizações formais (organizações sociais formalmente estabelecidas para alcançar propósitos explícitos). O importante é que a análise organizacional pode ser feita no nível da sociedade (macro), no nível intergrupal ou no nível interpessoal (micro).

5. Inadequação das tipologias organizacionais:

As tipologias são limitadas quanto à sua aplicação prática e se baseiam em uma única variável ou aspecto básico, sendo simples e unidimensionais, reduzindo as organizações a uma única dimensão para poder compará-las entre si.

6. Teoria da crise:

Classificada desta forma, pois a teoria estruturalista tem mais a dizer sobre os problemas e patologias das organizações complexas do que com sua normalidade.

7. Teoria da transição e da mudança:

Representa uma trajetória à abordagem sistêmica, na sua tentativa de conciliação e integração dos conceitos clássicos e humanísticos, a visão crítica do modelo burocrático, a ampliação da abordagem das organizações envolvendo o contexto ambiental e as relações interorganizacionais (variáveis externas), além de um redimensionamento das variáveis organizacionais internas (múltipla abordagem estruturalista).

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