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PROJETO INTEGRADOR MULTIDISCIPLINAR – PIM II

Por:   •  25/8/2018  •  6.099 Palavras (25 Páginas)  •  148 Visualizações

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- Economia e Mercado

- Panorama econômico/financeiro

A América latina proporciona 51% do resultado total do grupo e é uma das principais apostas do crescimento do Santander. O grupo conta com posições de liderança nas economias mais dinâmicas e solidas do continente e opera no Brasil, México, Chile, Argentina, Uruguai, Peru e Porto Rico. Brasil: A economia do Brasil, sexta do mundo e com expectativas de altos crescimentos, é um mercado estratégico para o grupo. O Santander Brasil está presente nas principais regiões, é o terceiro banco privado e o primeiro estrangeiro, com 3.800 agências e pontos de atendimento bancário, 17.800 caixas automáticos e 27,3 milhões de clientes. No Brasil, somos o terceiro maior banco privado do país, com uma estratégia de crescimento pautado no foco em varejo, na diversificação geográfica, no controle de risco, na eficiência e na disciplina. Em 2008 o banco realizou a incorporação de ações do banco Real, na época o quarto maior banco privado brasileiro em termos de ativos. Quando da aquisição do banco Santander era o quinto maior banco não estatal do Brasil em termos de ativo. O banco Santander acredita que a aquisição ofereça oportunidades significativas para a criação de sinergias operacionais, comerciais e tecnológicas, por meio da preservação das melhores práticas de cada banco. A forte presença do banco Real nos estados do Rio de Janeiro e Minas Gerais fortaleceu ainda mais a posição do banco Santander nas regiões sul e sudeste, complementando sua expressiva participação na região, particularmente em São Paulo. A aquisição do banco Real consolidou a posição do banco como um banco múltiplo com cobertura nacional e escala suficiente para competir de forma efetiva em seu mercado alvo.

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Problema econômico na organização

O Banco é vulnerável às atuais instabilidades e à volatilidade dos mercados financeiros globais, bem como às medidas governamentais destinadas a reduzir os efeitos de crises financeiras. As mudanças regulatórias poderão afetar negativamente o Banco Santander.

Os valores mobiliários e instrumentos financeiros derivativos do Banco estão sujeitos a oscilações de preços de mercado e liquidez em função de mudanças das condições econômicas, o que poderá gerar prejuízos substanciais. As alterações das taxas básicas de juros pelo Banco Central poderão afetar negativamente os resultados operacionais do Banco Santander e sua lucratividade. O ambiente de competitividade crescente e eventuais fusões no mercado de serviços financeiros brasileiro poderão afetar negativamente as perspectivas de negócios do banco. O crescimento da carteira de operações de crédito do Banco Santander pode levar a um aumento da inadimplência. As políticas do Banco, procedimentos e métodos de gestão de riscos de mercado, crédito e operacional podem não ser totalmente eficazes em mitigar sua exposição a riscos não identificados ou não previstos. O Banco Santander pode não obter os benefícios previstos da aquisição do Banco Real. Caso as reservas do Banco para futuros benefícios a segurados e sinistros sejam insuficientes, o Banco Santander poderá ser obrigado a elevar suas reservas, o que afetará negativamente seus resultados operacionais e sua situação financeira. A lucratividade das operações de seguro do Banco poderá reduzir se as taxas de mortalidade, morbidade e continuidade divergirem significativamente de suas expectativas de precificação.

O Governo Federal já exerceu e continua a exercer influência significativa sobre a economia brasileira. Esse envolvimento, aliado às condições políticas e econômicas brasileiras, poderá afetar negativamente o Banco Santander impactando também o preço de mercado de seus valores mobiliários. A inflação e os esforços do Governo Federal para combater a inflação poderão restringir o crescimento da economia brasileira e poderão prejudicar as atividades do Banco. A instabilidade cambial poderá ter efeito negativo substancial sobre a economia brasileira e sobre o Banco.

Os eventos e a percepção do risco em outros países, especialmente nos Estados Unidos e nos mercados emergentes, poderão afetar negativamente o acesso do Banco a financiamentos e o preço de mercado de seus valores mobiliários.

O cancelamento da listagem das Ações no Nível 2 da BM&FBOVESPA poderá afetar negativamente o preço das units do Banco Santander.

A relativa volatilidade e a liquidez limitada dos mercados brasileiros de títulos poderão afetar negativamente a liquidez e os preços de mercado das units do Banco.

Poderá não se desenvolver um mercado ativo para as units de emissão do Banco Santander; caso se desenvolva, o preço das units e das ADSs estará sujeito à volatilidade.

A venda efetiva ou prevista de um número substancial de ações ordinárias ou ações preferenciais de emissão do Banco Santander no futuro poderá reduzir os preços de mercado das units. O valor econômico do investimento poderá ser diluído.

Os detentores das units do Banco poderão não receber dividendos ou juros sobre o capital próprio. As ações preferenciais que fazem parte das units do Banco Santander não conferem, em geral, direito de voto aos seus titulares.

Risco de mercado é a exposição a fatores de riscos tais como taxas de juros, taxas de câmbio, cotação de mercadorias, preços no mercado de ações e outros valores, em função do tipo de produto, do montante das operações, do prazo, das condições do contrato e da volatilidade subjacente. Na administração dos riscos de mercado, são utilizadas práticas que incluem a medição e o acompanhamento da utilização delimites previamente definidos em comitês internos, do valor em risco das carteiras, das sensibilidades a oscilações na taxa de juros, da exposição cambial, dos “gaps” de liquidez, entre outras. Isso permite o acompanhamento dos riscos que podem afetar as posições das carteiras do Banco Santander nos diversos mercados em que atua.

O Banco Santander opera de acordo com as políticas globais, enquadradas na perspectiva de risco tolerado pelo Banco e alinhado aos objetivos no Brasil e no mundo.

Para isso, desenvolveu seu próprio modelo de Gestão de Riscos, seguindo os seguintes princípios: Independência funcional; Capacidade executiva sustentada no conhecimento e na proximidade do cliente; Alcance global da função (diferentes tipos de riscos); Decisões colegiadas, que avaliem todos os cenários possíveis e não comprometam os resultados com decisões individuais,

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