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ATPS_Educação Profissional e Educação em Ambientes Não Escolares

Por:   •  15/1/2018  •  2.650 Palavras (11 Páginas)  •  74 Visualizações

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Forma indivíduos para enfrentar a vida e suas adversidades, através da capacitação ao mercado de trabalho.

Traz de volta o sentimento de valor próprio, ou seja, dá condições aos indivíduos para desenvolverem sentimentos de autovalorização, de rejeição dos preconceitos que lhes são dirigidos, o desejo de lutarem para ser reconhecidos como iguais (enquanto seres humanos), dentro de suas diferenças (raciais, étnicas, religiosas, culturais, etc.);

A educação não-formal necessitará, para estruturar-se definitivamente, como modalidade de educação, avançar em alguns aspectos, tais como: a formação de educadores, garantindo uma plena definição do seu papel dentro das atividades a serem realizadas; os seus objetivos e suas funções no processo educacional; sistematização das metodologias a serem utilizadas; método de acompanhamento do trabalho realizado; método de avaliação e análise desse trabalho realizado; mapeamento das formas de educação na auto-aprendizagem etc.

A educação não-formal embora não se constitua com os rigores da educação formal, contribui para a compreensão do processo educativo e para a formação dos caracteres das pessoas em sua coletividade, enriquecendo grandemente na aquisição de saberes e cultura individual e grupal, contribuindo para o desenvolvimento da personalidade dos personagens desse grupo.

Daí, percebermos que a educação em seu processo, mesmo não intencional, como nos moldes da modalidade da educação formal, tem força para construir uma mentalidade de cidadania. Não se dá apenas no ambiente formal. Não é exclusivo nem conclusivo.

A educação propicia progresso, e a constante mudança no meio social. A humanidade como vemos, nos ensinamentos da História, passa por inevitáveis mudanças em todas as ciências, inclusive educação.

Por isso, é possível perceber que aprendizagem, de modo geral, ocorre sempre em quaisquer situações, momentos ou contextos, e a busca das instituições sociais (sindicatos, ONGS etc.), por meio de um processo educativo eivado de múltiplas e Inter linguagens sociopolíticas é a construção de sujeitos reflexivos, críticos, ativos e autônomos. Todo o modo de educação é aprendizagem, o que diferencia é o modelo pelo qual essa aprendizagem decorre.

O QUE É ASSOCIATIVISMO E QUAL SUA RELAÇÃO COM OS PROJETOS SOCIAIS?

É qualquer iniciativa formal ou informal que reúne um grupo de pessoas ou empresas para representar e defender os interesses dos associados e estimular a melhoria técnica, profissional e social dos associados. É a união de um grupo de pessoas, de empresas, de comerciantes, etc. O associativismo surgiu já nos primórdios da humanidade, quando o homem percebeu a necessidade de viver em grupos para caçar, se defender e cultivar. Na era industrial foi obrigado a se organizar mais para enfrentar as condições precárias de trabalho e na era atual, a era do conhecimento, é necessário buscar o desenvolvimento econômico e social através de grupos estruturados e preparados.

Há três desafios para executar o associativismo; A organização, negociação e cooperação. Cada grupo organizado teve que transformar cada informação em conhecimentos adequados, assim, tendo sucesso das empresas, vem o sucesso dos empregos e das sociedades.

A partir do século XIX, no Brasil, qualquer grupo que desejava organizar, explicitar ou defender seus interesses, eram obrigados a pedir autorização na delegacia mais próxima onde pretendiam se reuni

Hoje, na era da globalização e da competição, precisamos em nosso país de empreendedores que acreditem no associativismo, que percebam e valorizem essa forma de representatividade e se tornem os agentes da construção de uma sociedade de resultados. Empreendedorismo e associativismo são aspectos fundamentais para transformar o Brasil num país de primeiro mundo, estabelecendo o desenvolvimento econômico através de negócios que possam crescer de forma sustentável.

Assim sendo, o associativismo instrumentaliza os mecanismos que concretizam as

demandas sociais e que tornam os homens mais próximos da busca de autonomia na

promoção do desenvolvimento local. E, a cooperação, por sua vez, passa a ser a força indutora que modifica comportamentos e abre caminhos para incorporar novos conhecimentos. Desta forma, cria um tecido flexível mediante o qual se enlaçam distintos atores, produzindo um todo harmônico que culmina no estabelecimento de uma comunidade de interesses, em uma estrutura que deve ser ajustada para refletir os padrões de comunicações, inter-relações e cooperação, reforçando a identidade do associativismo e a dimensão humana.

O Associativismo seja ele social ou local, evidenciam que primeiro, o desenvolvimento deve atingir o ser humano. O indivíduo é o centro de todo o desenvolvimento, ele é quem busca meios, caminhos que possam levá-lo a conquistar a melhoria das condições de sua vida, primeira condição, para se atingir o desenvolvimento social e consequentemente o local, Pois o desenvolvimento local só pode ocorrer mediante a emergência da sustentabilidade do ser humano e do meio ambiente que está inserido.

O associativismo, assim como outras formas de movimentos sociais, possui suas

especificidades e características, pois existem diferenças regionais, no grau de seu

desenvolvimento, de sua compreensão, organização e planejamento, o que denota falta de educação formal para que se alce, no Brasil, o desenvolvimento deste tipo de ação. A força social está na capacidade de, em processo construtivo, ampliar o

conhecimento, daí a capacidade de ação do grupo se estabelece e as atividades realizadas de forma comunitária, em essência coletiva, determinam o processo de cidadania emancipada, fortalecem e estendem as discussões, induzindo e assentando o processo de desenvolvimento.

A EDUCAÇÃO PROFISSIONAL NO BRASIL

A Lei Darci Ribeiro, a LDB, altera a identidade estabelecida para o ensino médio, contida na Lei 5.692/71, cujo 2º grau se caracterizava por uma dupla função: preparar para o prosseguimento dos estudos e habilitar para o exercício de uma profissão técnica. Essa identidade fica alterada quando se determina que a educação escolar, e consequentemente o ensino médio, deve vincular-se ao mundo do trabalho e à pratica social (parágrafo 2º do Art. 1º). Esta conotação dá maior abrangência ao segmento ensino médio, somada ao fato de que este segmento do ensino

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