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Análise Crítica de Classes e Movimentos Sociais

Por:   •  24/11/2017  •  998 Palavras (4 Páginas)  •  215 Visualizações

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O rompimento da CUT (Central Única dos Trabalhadores) e do PT (Partido dos Trabalhadores) aconteceu em 2002, com a eleição de Lula a presidência da república envolvendo então o sindicalismo ao Estado burguês, desagradando parte da classe trabalhadora. Em 2003, as reformas neoliberais provindas do governo Lula, por várias mobilizações ocasionaram o rompimento com a CUT e a gênese do agrupamento com a CONLUTAS (Coordenação Nacional de Lutas) no ano de 2004. Ainda no ano de 2003 é fundada a UNIPA (União Popular Anarquista) alegando que não se pode separar a luta da organização, sendo obstinados, ao defender que para contrapor as mudanças neoliberais é preciso a cessação de organizações ligadas ao Estado (CUT, UNE-União Nacional dos Estudantes-, MST - Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra-), sendo necessário reverter essa integração. Com tais acontecimentos o PSTU (Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado), usufrui para reger a CONLUTAS, despertando o interesse de organizações para união e uma não intervenção do Estado nos movimentos, com uma integração total de todos os interesses, popular, sindical e estudantil, o que era proposta contrária do PT.

Contrariamente ainda a reforma sindical proposta pelo governo do PT, a CSP-Conlutas (Central Sindical e Popular) é fundada em 2011, no Congresso Nacional da Classe Trabalhadora (CONCLAT) com o intuito da unificação de todos os movimentos populares na mesma Central.

``A CSP-Conlutas pauta a sua atuação pela defesa das reivindicações imediatas e interesses históricos da classe trabalhadora, tendo como meta o fim de toda forma de exploração e opressão. Nossa luta tem a perspectiva de alcançar as condições e construir uma sociedade socialista, governada pelos próprios trabalhadores e trabalhadoras. Por isso, nossa entidade defende a autonomia e independência frente ao Estado, governos e partidos políticos, a construção da unidade como valor estratégico na luta dos trabalhadores e trabalhadoras, a ação direta, a mobilização coletiva de nossa classe como forma privilegiada de luta. ``

``Como podemos ver, mesmo com os limites da situação política atual no país, há um espaço de reorganização pela base das entidades e movimentos. A CSP-Conlutas deve disputar esse espaço, investindo suas forças no apoio às lutas, no desenvolvimento da organização desde os locais de trabalho e na massificação de suas posições perante os trabalhadores, inclusive nas bases das entidades dirigidas pelo governismo. `` (cspconlutas.org.br)

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