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A Inclusão Escolar

Por:   •  26/12/2018  •  5.726 Palavras (23 Páginas)  •  19 Visualizações

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Com ajuda das novas Leis e Decretos fortalecendo e reconfirmando os direitos de educação para todos no ensino regular, trazendo novos olhares para um milênio que haja mais respeito nas individualidades de cada ser, onde ser diferente faz parte de cada um.

Nas escolas cada vez mais uma busca por nova metodologia de ensino onde possam atendem as mais variadas deficiências, como: paralisia cerebral, deficiência mental, transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH), síndrome Down, deficiência auditiva e deficiência visual.

E nas aulas de educação física assim como nas outras disciplinas, procurar trazer atividades praticas diversas para que possa atender a todos os grupos de alunos sem exceção, onde cada indivíduo se sinta parte daquele lugar e que de uma maneira ou de outra traga desenvolvimento motor e cognitivo a todos que participem.

2 INCLUSÃO ESCOLAR

Na sociedade atual os seres humanos são vistos como um todo, onde, cada pessoa se conecta entre si, e as diferenças e individualidade de cada um faz parte de um mundo globalizado, onde todos se encontram em uma grande teia. No entanto, no processo de exclusão não é bem isto que vemos desde que a história da humanidade é contata, sempre houve este preconceito com o diferente, havendo uma grande ruptura da teia, onde, a humanidade se interconecta, apesar das varias leis que rege falando que todo ser humano tem que ser tratado com igualdade, se cada pessoa olhar para dentro de si mesmo, percebera que também tem um pouco ou até mesmo muito deste preconceito embutido de uma sociedade que nunca respeitou o diferente (ULBRA, 2009).

“Inclusão é o privilégio de conviver com as diferenças.” (MANTOAN, 2009).

De acordo com a autora acima, na escola inclusiva é onde professor e aluno aprender algo a mais para levar para vida, reconhecendo e respeitando as diferenças de cada individuo. A inclusão, principalmente a escolar, é para todos, seja crianças com deficiência física, comprometimento mental, crianças superdotadas ou qualquer minorias que por algum motivo sofrem com algum tipo de discriminação.

Segundo o Decreto nº 6.949, artigo 24, “Os Estados Partes reconhecem o direito das pessoas com deficiência à educação. ...assegurarão sistema educacional em todos os níveis, bem como o aprendizado ao longo de toda a vida”.

A inclusão ou exclusão muitas vezes está relacionada ao meio em que o individuo está inserido, sendo considerado normal ou fora da anormalidade dependendo do contexto que o cerca, muitas vezes só vem à torna na escola a dificuldade que a criança tem. Felizmente hoje estamos com varias instituições voltadas para o ensino inclusivo, ainda temos muito que evolui mais desde 96 com a lei 9394/96 a educação inclusiva escolar vem se especializando a tornar a vida das crianças com alguma limitação mais fácil, fazendo essas crianças interagir com as crianças ditas normais (SANTOS e et al, 2009).

Nas ultimas três décadas não só no Brasil mais em todo o mundo vem havendo uma movimentação sócia cultural e sócio politicas para acabar com a exclusão não só de pessoas com deficiência mais também de pessoas de classes sociais baixas, nos casos de pessoas com deficiência a escola vem tendo um importante papel através dos gestores, educadores e colaboradores para fornecer um ambiente integração entre todas as crianças (ROTH, 2006).

(...) toda diferenciação, exclusão ou restrição baseada em deficiência, antecedente de deficiência, conseqüência de deficiência anterior ou percepção de deficiência presente ou passada, que tenha o efeito ou propósito de impedir ou anular o reconhecimento, gozo ou exercício por parte das pessoas portadoras de deficiência de seus direitos humanos e suas liberdades fundamentais. (MEC, 2004)

A deficiência de uma pessoa deixa de ser meramente orgânica quando falamos de uma sociedade capitalista como a nossa, onde atribuem expectativas sociais ao sujeito com foco na produtividade, e quando o mesmo sujeito não corresponde o que sociedade empolhe como normal, ele sofrem com a discriminação, assim acontece no ambiente escolar, devido à falta de capacitação de toda a equipe pedagógica (PIMENTEL, e et al, 2013).

Todos temos nossas próprias concepções de escola de qualidade. Alguns desejam preservar características encontradas atualmente, outros exigem mudanças radicais. Em meio às diferenças de concepção, penso que a escola de hoje, do século XXI, deve ser aquela instituição que cumpre efetivamente seu papel de educar, incluindo a todos, respeitando diferença e promovendo o conhecimento para a vida – e não para fragmentos dela – a partir de práticas pedagógicas, que aliem teoria e prática e se valham dos mais variados recursos e linguagens para o cumprimento de seus papeis (PADILHA apud MATOAN, p. 9, 2013).

Nos dias atuais, está difícil tanto para ensinar os alunos com ou sem deficiência, o professor se depara com vários desafios, a busca por um método adequado de inclusão não é fácil, tendo que deixar o modelo tradicional para traz e ir à busca de uma educação para todos. Ao se pensar em uma educação inclusiva, deve se saber o que o professor tem que dominar para está preparado para atender estes alunos da melhor maneira, onde o aluno que tenha alguma necessidade especial se sinta realmente incluído (CAMARGO, 2012).

Segundo o autor acima, o professor teoricamente deveria sim, está preparado para atender crianças com ou sem deficiência, no entanto, não é com isso que nos deparamos, o professor acaba tendo muita dificuldade em planejar sua aula, de uma maneira onde possa envolve a todos, sendo que a didática deve ser de interação entre os alunos e o conteúdo estudado.

Precisamos reconhecer as dificuldades enfrentadas no sistema de ensino e confrontar as necessidades da inclusão assumindo seu papel perante a sociedade, superando a exclusão e discriminação, construindo um novo sistema de ensino inclusivo, com mudanças estruturais e culturais pensando numa escola para todos, atendo a especificidade de cada um (MEC, 2005).

O programa educacional traz princípios democráticos de ensino públicos como: “a descentralização, a transparência, a impessoalidade, autonomia, participação, liderança, trabalho coletivo e competência”. (MEC, 2005, p.18). Dando um norte na educação um procurando apoio no município, estado e governo federal, se fortalecendo na elaboração do Plano Nacional de Educação, tendo os municípios como protagonistas desta ação (MEC, 2005).

3 LEIS

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