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TCC NA DEPRESSÃO E SUICÍDIO

Por:   •  3/6/2020  •  Trabalho acadêmico  •  5.876 Palavras (24 Páginas)  •  15 Visualizações

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FACULDADE DE CIÊNCIAS HUMANAS DE OLINDA

DEPARTAMENTO DE PSICOLOGIA

DINARA CAVALCANTI DOS SANTOS

GABRIEL JOSÉ DA SILVA LIMA

IRLAYNE COSTA SILVA

IVANILTON

NAYARA NAGLI SALES

RAFAELA TRINDADE CORRÊA GARCIA

RENATA CLARICE RODRIGUES MOTA

TCC NA DEPRESSÃO E SUICÍDIO

               OLINDA-PE

                                2019

DINARA CAVALCANTI DOS SANTOS

GABRIEL JOSÉ DA SILVA LIMA

IRLAYNE COSTA SILVA

IVANILTON

NAYARA NAGLI SALES

RAFAELA TRINDADE CORRÊA GARCIA

RENATA CLARICE RODRIGUES MOTA

TCC NA DEPRESSÃO E SUICÍDIO

Trabalho destinado como atividade avaliativa da disciplina de TCC ao 9º do curso de Psicologia da Faculdade de Ciências humanas de Olinda- FACHO.

Professora: Ana Paula

OLINDA-PE

                                                               2019

SUMÁRIO

1.

INTRODUÇÃO        9

CAPÍTULO 1. AUTISMO: O SUJEITO INVISÍVEL        12

1.1 AUTISMO À LUZ DA PSICANÁLISE...................................................................16 

1.2 ASPECTOS NEUROPSICOLÓGICOS....................................................................18

CAPÍTULO 2. AUTISMO NA FASE ADULTA...........................................................21  

2.1 QUESTÃO DE GÊNERO E SEXUALIDADE NO TEA.........................................24

CAPÍTULO 3. O TEA E SEUS DESAFIOS..................................................................28

3.1 CONTRIBUIÇÕES DA PSICOLOGIA PARA O TEA...........................................29

CONSIDERAÇÕES FINAIS..........................................................................................33

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS............................................................................34


  1. INTRODUÇÃO

        A depressão tem um grande impacto na vida do indivíduo e de seus familiares desde a antiguidade na qual os termos utilizados na época era a melancolia na Grécia e acedia na idade média que no decorrer do tempo com mais estudos o termo Depressão começa a aparecer nos dicionários médicos.

        A depressão é uma doença muito séria, sentimentos de tristeza extrema que chegam a durar longos períodos em que a maioria dos casos de suicídio estão ligados a depressão. A literatura nos mostra que a associação do suicídio e transtornos mentais é de mais de 90%. Entre os transtornos mentais associados ao suicídio a depressão maior se destaca (BARBOSA, MACEDO, 2011).

        A depressão é um transtorno disruptivo do humor que pode afetar o indivíduo como um todo, isto é, não é só psiquicamente que o sujeito encontra-se adoecido, por vezes o mesmo somatiza e reflete organicamente o seu sofrimento mental. O campo social também é prejudicado, visto que a pessoa deprimida pode isolar-se e ausentar-se de suas relações, incluindo o convívio corporativo, acadêmico, pessoal e etc (APA, 2014).

        O presente trabalho tem o objetivo de forma sucinta trazer o conceito da depressão e sua epidemiologia juntamente trazendo seus diferente subtipos que incluem o transtorno disruptivo de desregulação do humor, transtorno depressivo maior (incluindo episódio depressivo maior), transtorno depressivo persistente (distimia), transtorno disfórico pré-menstrual, transtorno depressivo induzido por substância/medicamento, transtorno depressivo devido a outra condição médica, outro transtorno depressivo especificado e transtorno depressivo não especificado (APA, 2014).

        Para finalizarmos traremos as técnicas da TCC realizadas em situação de depressão e tentativas de suicídio A inclusão da terapia cognitiva da depressão é um viés muito utilizado de tratamento, que ajuda os pacientes a modificarem crenças e comportamentos que produzem certos estados de humor (LEAHY RL, 2003).

2. DESENVOLVIMENTO

2.1 Contexto Histórico: Depressão e suicídio

A forma como a depressão é vista pela nossa sociedade passou por grandes modificações ao longo do tempo; apenas no século XIX os distúrbios foram reconhecidos como doenças. Os casos de depressão em outrora na Europa medieval estava associado a mitos e superstições. O ser melancólico- designação antiga para a depressão- era visto como uma punição divina (SANTOS, 2017).

Na Grécia surge o estudo da natureza na qual Hipócrates, considerado o pai da medicina cria a teoria humoral em que a vida é um equilíbrio entre quatro humores: a bile amarela, fleuma, sangue e bile negra. O desequilíbrio entre esses humores mencionados por Hipócrates é o que acarreta a doenças. Cada fluído mencionado está ligado a um humor sendo coléricos, fleumáticos, sanguíneos e melancólicos. O predomínio da bile negra é o que caracteriza o ser melancólico. A teoria de Hipócrates é simples, porém importante para substituir a superstição pela biologia (SANTOS, 2017).

A idade média no Ocidente não foi um período de muitos estudos a cerca da Psiquiatria, assim fazendo com que as crenças religiosas influenciassem o entendimento das pessoas a cerca das doenças. A melancolia estava associada a possessões em que os demônios entravam na mente dos fiéis e os tornavam loucos; a melancolia também estava relacionada aos sete pecados capitais que era nomeado como acédia conhecida atualmente como preguiça que é a causa das profundas tristezas (SANTOS, 2017).

Durante o Renascimento o ponto de vista religioso sobre as doenças mentais ainda não são abandonadas; as influências sobrenaturais continuam sendo consideradas causas da melancolia e loucura. Só após o Iluminismo as teorias religiosas começam a definhar, assim dando espaço as teorias racionalistas; só no ano de 1860 a palavra depressão começa a aparecer nos dicionários médicos, assim surgindo tratamentos mais “humanizados” (SANTOS, 2017).

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