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Comercio Internacional Sob a Perspectiva dos Economistas Classicos

Por:   •  14/3/2018  •  1.294 Palavras (6 Páginas)  •  127 Visualizações

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- IDÉIAS MERCANTILISTAS

O Mercantilismo é a prática econômica típica da Idade Moderna praticado na Europa, entre os séculos XV e XVIII ,caracterizado pela forte intervenção do Estado na economia e baseado no acumulo de capital nos cofres. Isso se deu através das mudanças no mundo medieval, sendo substituído por novas organizações políticas, econômicas e culturais. Tendo as grandes navegações papel fundamental nestas modificações e concepções dos povos europeus. Naquela época, havia a crença de que a riqueza das nações estava na quantidade de ouro e prata que tinha acumulado, de acordo com Hugon (1995, p.65), a ideia de “prosperidade dos países parece estar na razão direta da quantidade de metais preciosos que possuem”.

O bulionismo ou metalismo, o colbertismo ou balança comercial favorável e o mercantilismo comercial e marítimo comporão o mercantilismo. O primeiro é a base da ideia mercantil, que faz referencia ao acumulo de metais precisos, exemplificado na assertiva de Hugon acima. A balança comercial favorável é caracterizada superávit comercial, ou seja, pela ideia de exportar mais do que importasse, mantendo o saldo positivo. O mercantilismo comercial por sua vez refere-se a prática das grandes navegações, proveniente do comercio marítimo através das vantagens adquiridas em negociar produtos em diferentes locais e usufruir de suas variação de preço, propiciando o acumulo de capital e aumento de escala na economia.

- TEORIAS CLÁSSICAS DE COMÉRCIO INTERNACIONAL

As teorias clássicas a cerca do comercio internacional derivam dos ideais mercantilistas, que visavam o lucro, através de um excedente na balança comercial.

Smith (1985) foi um dos primeiros as dissertar sobre este tema, elaborando a teoria das vantagens absolutas como a base para o comercio internacional, sendo a vantagem absoluta de um país na produção de um bem resultado de uma maior produtividade. David Ricardo (1982) por sua vez, influenciado pela obra de Smith, postulou a teoria das vantagens comparativas, a qual daremos ênfase no tópico posterior, supondo que não é a vantagem absoluta que direciona a possibilidade de se beneficiar do comercio, e sim a vantagem comparativa existente. Mill (1983) colaborou a teoria das vantagens comparativas, afirmando que um país com custos reais altos exportaria artigos de algum tipo, mesmo para países que os poderiam produzir com menos trabalho do que ele.

- DAVID RICARDO E A TEORIA DAS VANTAGENS COMPARATIVAS

Ricardo era defensor do liberalismo no comércio internacional. Em sua visão, o comercio entre países era uma ferramenta poderosa para a desenvolver a economia, sendo que as trocas internacionais seriam vantajosas mesmo em uma situação em que um determinado país tivesse maior produtividade que o outro na produção de todas as mercadorias. Contudo, ele esperava que com o livre comércio internacional cada país se especializar-se na produção dos bens em que tinham maiores vantagens comparativas, e aumentaria o potencial de acumulação em ambos, pois cada um comercializaria os produtos as quais possuem maior vantagem comparativa diante do mercado.

A teoria das Vantagens Comparativas de Ricardo foi a base para a construção de teorias de comércio internacional, tendo sido hegemônica por uma grande período, contudo sofreu criticas principalmente após a década de 50, pois as vantagens comparativas não podiam funcionar perfeitamente nas condições que se apresentavam nas trocas entre os países centrais e a periferia, porque os pressupostos do livre-cambismo não ocorriam de maneira perfeita.

- METODOLOGIA

Pesquisa Acadêmica, basicamente bibliográfica e de caráter teórico. Serão reunidas informações sobre as formações e metodologias no que diz respeito as teoria do comércio internacional aplicadas nas sociedades ao longo de sua evolução histórica, e em seguida serão expostos pontos de vistas segundo a teoria clássica, principalmente de David Ricardo.

- CRONOGRAMA

ATIVIDADES

SEMANAS

2º maio

3º maio

4º maio

1º junho

2º junho

3º junho

4º junho

1º Julho

Pesquisa do Tema

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Pesquisa Bibliográfica

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Organização e discussão das informações

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Elaboração do Trabalho

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Entrega do Projeto

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Entrega do Trabalho

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O cronograma das atividades a serem realizadas será representado na tabela a seguir, podendo ocorrer alterações em algumas seções, menos na data de entrega.

REFERENCIAS

HUNT, E. K. História do pensamento econômico. São Paulo: Campus, 1981.

Faculdade de Economia de Porto. Teoria Clássica do Comercio Exterior. Disponível em: http://www.fep.up.pt/disciplinas/lec207/Apoio/EI_Classicos.pdf>. Acesso em 06 de junho 2016.

Economia BR. Biografia

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