SOCIOLOGIA DA EDUCAÇÃO
Por: Salezio.Francisco • 30/10/2018 • 1.080 Palavras (5 Páginas) • 284 Visualizações
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Continuação
Alunos matriculados
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Índice de reprovação
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O padrão observado no Rio de Janeiro para o 2º segmento é semelhante ao descrito para os alunos do 1º segmento, com uma diferença fundamental: a chance de reprovação nos anos finais é maior. O Gráfico 2 compara as taxas de aprovação no 1º e 2º segmento na rede pública municipal do Rio de Janeiro. A queda brusca em 2009, com posterior recuperação, pode ser atribuída a um “choque” provocado pela revogação da política de “progressão continuada”. Observem que o impacto foi maior no 2º segmento, com queda de 15 pontos percentuais.
Na cidade do Rio de Janeiro, o quadro é de estagnação na rede municipal, com recuo de 0,1% no Ideb dos anos iniciais do Ensino fundamental. O índice caiu de 5,4 para 5,3. Ainda assim, o valor fica dentro da meta de 5,3 prevista para 2013. Já nas séries finais do Ensino fundamental, a nota permanece em 4,4 nos dois anos (a meta era chegar em 4,6 em 2013).
Na minha opinião o Município do Rio de Janeiro, tem melhorado consideravelmente ano após ano no quesito número de alunos matriculados e na diminuição de analfabetos, porém o índice de reprovação continua sendo um problema não só no Rio, mas em quase todo o país. Creio que seja por conta da péssima grade curricular pedagógica da prefeitura, onde nos primeiros anos escolares, a matéria pedagógica não condiz com a situação real das crianças. Crianças com 4, 5 e 6 anos em fase de alfabetização estão lidando com situações que estão muito aquém do ideal delas. O material pedagógico está propondo uma aceleração no aprendizado, fazendo muitas crianças desistirem ao longo do caminho por não conseguir acompanhar o método de ensino. Apostilas com frases enormes para crianças que estão se alfabetizando ainda.
Se não corrigir a fase inicial, a bola de neve será enorme ao final do ensino fundamental, se estendendo ao ensino médio!
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