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Avaliação de linguagem escrita segundo zorzi

Por:   •  1/11/2017  •  1.907 Palavras (8 Páginas)  •  588 Visualizações

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D. Identificar absurdos verbais: o que está errado na frase

1. O sol estava tão forte que molhou a minha pele.

2. Eu preciso de uma banana para escrever.

- Luciana gosta de beber churrasco.

- A asa do gato estava machucada.

- A toalha está seca porque eu me sequei nela.

- O gato latia tanto que ninguém conseguia dormir.

- Vou ligar a geladeira para assistir o meu programa predileto.

- Minha irmã foi ao supermercado e comprou 5 frutas: 2 peras, 2 maçãs e 4 goiabas.

- Quando não tem nuvem no céu, eu sei que vai chover.

- Paulo caiu da bicicleta e machucou a perna. Por isso tiveram que engessar o seu braço.

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3. Compreensão de Textos

Primeira e segunda séries

Terceira e quarta séries

1. Zero Zero Alpiste

1. Zero Zero Alpiste

2. Dente Mole

2. Dente Mole

3. A árvore do Beto

Texto 1. Zero-Zero Alpiste (todas as séries)

Daniel distraiu-se e pimba!

Mandou o martelo no dedão, bem no lugar que tinha uma ferida.

Daniel foi pregar um prego na parede do seu quarto.

Tinha pintado um bonito quadro de uma floresta cheia de onças e macacos e queria enfeitar sua cama.

Foi um berro e um pulo.

Pulou da cadeira, agarrou o dedo e saiu gritando por toda a casa.

Sua irmã levou-o até a pia do banheiro e colocou seu dedo debaixo da torneira.

Enquanto a água molhava seu dedo, três lágrimas bem pequeninas foram caindo dos seus olhos.

Texto 2. Dente Mole (todas as séries)

Ela já sabia que isso ia acontecer, pois na sua idade as crianças trocam os dentes.

Clarice acordou sentindo que estava com um dente mole.

O dente estava ficando cada vez mais mole e Clarice brincava de empurrá-lo com a língua.

A mãe arrancou o dente, amarrando-o com um fio azul.

Foi tudo muito rápido.

Clarice começou a ficar impaciente porque o dente não caia logo.

Clarice sentiu só uma dorzinha de nada, e um pouco de sangue apareceu na gengiva.

3. A árvore do Beto (3ª e 4ª séries)

O Beto teve uma idéia.

Lá na nossa rua tem um terreno vazio, um terreno baldio.

O Beto resolveu plantar uma árvore lá e esperar até que ela crescesse.

Mas o pai do Beto não podia comprar.

Todo ano ele prometia, mas todo ano acontecia alguma coisa e ele nunca podia dar a árvore do Beto.

O Beto tinha muita vontade de ter uma árvore de Natal. Era o sonho dele.

Uma árvore grande, como a da casa da Caloca.

Limpou um pedaço do terreno...

Arranjou um pouco de adubo com seu Alexandre, o jardineiro...

Comprou uma muda pequenininha de pinheiro...

E plantou no terreno.

Interpretação de Textos

1. O incêndio

Houve um incêndio numa loja e as crianças da vizinhança ficaram muito tristes. Era a única loja de brinquedos do bairro. Mesmo sendo modesta, as crianças que por lá passavam sonhavam com os vídeo games, com as bonecas, com os jogos que estavam expostos na vitrina.

Mas o fogo transformou tudo aquilo numa bagunça coberta de pó preto. Parecia até que as bonecas haviam fugido, desaparecendo para sempre.

Os meninos e meninas continuaram passando por aquela loja depois do incêndio e, curiosamente, continuavam olhando a vitrina como se ela estivesse cheia de brinquedos. Alguns adultos estranhavam, mas as crianças não se importavam: elas ainda viam lá dentro os presentes que talvez um dia ganhassem.

Perguntas:

- O que foi que aconteceu?

- Porque a criançada perdeu a alegria?

- Quantas lojas de brinquedo havia na região?

- O que quer dizer “mesmo sendo modesta”?

- Qual a reação das crianças quando viam a loja, antes do incêndio?

- Por que a loja ficou coberta de pó. De onde ele veio?

- O que aconteceu com as bonecas e brinquedos que estavam dentro da loja?

- Como a criançada se comportava diante da loja depois do incêndio? Por que será que elas agiam assim?

- O que é que os adultos estranhavam quando viam as crianças olhando a vitrina da loja queimada?

- O que quer dizer “expostos”?

2. Ixa, lagartixa (Flávia Muniz)

A primeira vez que o Haroldo apareceu lá em casa, levei um “baita susto”! Eu estava sentado, fazendo lição de matemática, quando ele entrou pela janela da sala, tremelicando o rabicho par lá e pra cá. Feito foguete, subiu apressadinho em direção ao teto, deslizando o corpo branquelo até o cantinho da parede.

Eu,

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