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O CONFRONTO ENTRE A MECANIZAÇÃO E OS PONTOS DE TRABALHO

Por:   •  26/12/2018  •  1.235 Palavras (5 Páginas)  •  35 Visualizações

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produtivo, mas sim a um conjunto de técnicas apresentadas a partir de estudos analíticos de tempos, métodos e movimentos em seu livro "Princípios de Administração Científica".

O Taylorismo desenvolveu uma série de princípios práticos baseados na separação entre trabalho mental e físico e na fragmentação das tarefas. O efeito direto da aplicação desses princípios foi a configuração de uma nova força de trabalho marcada pela perda das habilidades genéricas manuais e um aumento brutal da produtividade.

A utilização desses princípios marcou a expansão industrial americana e foi uma das suas chaves de sucesso durante muito tempo.

Enfocar e administrar as organizações como máquinas significam fixar metas e estabelecer formas de atingi-las; organizar tudo de forma racional, clara e eficiente; detalhar todas as tarefas e, principalmente, controlar, controlar, controlar...

4.2. FORDISMO

Henry Ford, fez uso e aprimorou as técnicas de Taylor, essas mudanças implantadas permitiram reduzir o esforço humano na montagem, aumentar a produtividade e diminuir os custos proporcionalmente à elevação do volume produzido. Foi esse modelo de produção em massa que revolucionou a produção industrial do início do século XX.

A organização do sistema era totalmente baseada na linha de produção, na qual cada funcionário era especializado em apenas uma atividade específica.

4.3. TOYOTISMO

Criado no Japão pelos engenheiros japoneses EijiToyoda e Taiichi Ohno, após a Segunda Guerra Mundial, após uma visita na Ford.

Neste modelo os trabalhadores são treinados para conhecer todo o processo de produção e não apenas uma tarefa específica. Busca-se produzir sem excedentes, de acordo com a demanda de mercado. Todo o sistema é acompanhado visualmente, buscando o máximo de qualidade em cada processo. Produz-se somente o necessário, no tempo necessário e na quantidade necessária. Os produtos são desenvolvidos de acordo com as necessidades atuais do mercado.

4.4. VOLVISMO

O volvismo foi criado por Emti Chavanmco engenheiro da Volvo. Surgiu como resultado de várias inovações conjuntamente postas em prática, com a particularidade da participação constante dos trabalhadores. As exigências do mercado competitivo forjaram melhorias, mas o que fez a diferença no caso da Volvo foram claramente características particulares da sociedade sueca. Além dos sindicatos fortes, o alto grau de automação das fábricas no país faz com que desde há tempos os jovens rejeitem serem vistos como “acessórios das máquinas”, como no taylorismo o seriam.

Isso gerou mudanças estruturais: nessa linha, o operário tem um papel completamente diferente daquele que tem no fordismo, e ainda mais importante que no toyotismo: aqui é ele quem dita o ritmo das máquinas, conhece todas as etapas da produção, é constantemente reciclado e participa, através do sindicatos, de decisões no processo de montagem da planta da fábrica (o que o compromete ainda mais com o sucesso de novos projetos). . Este sistema pode ser visto como o que exigia maior capacitação técnica do operário.

5. CONCLUSÃO

Quase todos os aspectos da vida cotidiana da época foram influenciados de alguma forma pela Revolução Industrial, podendo ser considerara um divisor de águas nesse processo. A população experimentou um crescimento sustentado sem precedentes históricos, na relação empregador empregado e principalmente com bons salários.

Após esta Revolução, adiviram técnicas com o Taylorismo e sistemas de produção como o Fordismo, Toyotismo e Volvismo, os quais um a um foram se aprimorando e evoluindo e melhorando as relações e condições dos trabalhadores.

Por um lado, o homem deixou de se escravizar pela sua subexistência e começou a trabalhar pela sua subsistência, valoração e dignidade, porém, já do outro, muitos tornaram-se dispensáveis nesse duelo homens versus máquinas.

6. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS

• Thomaz Wood, Jr. Revista de Administração de Empresas, São Paulo, 32(4): 6-18, Set,/Out. 1992.

• BERMAN, Marshal. Tudo que é sólido desmancha no ar - a aventura da Modernidade. São Paulo, Schwarcs, 1990, p. 93.

• http://www.sohistoria.com.br/resumos/revolucaoindustrial.php

• https://www.ime.usp.br/~is/ddt/mac333/projetos/fim-dos-empregos/empregoEtrabalho.htm

• https://pt.wikipedia.org/wiki/Mecaniza%C3%A7%C3%A3o

• http://filosofia.uol.com.br/filosofia/ideologia-sabedoria/42/trabalho-como-conceito-filosofico-nas-paginas-dos-manuscritos-economico-filosoficos-290788-1.asp

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