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O Memorial Descritivo

Por:   •  13/3/2018  •  2.462 Palavras (10 Páginas)  •  9 Visualizações

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Buscando desmitificar alguns conceitos intrínsecos socialmente e adotados na educação regular, onde naturalmente exaltando algumas qualidades em ares especificas, ficando excluídos os demais que não se sobressaem nestas, mas que apresentam qualidades em outras atividades, as quais não tem o mesmo valor, no contexto escolar, mas estando estas habilidades bem desenvolvidas, poderá fazer deste educando uma pessoa bem sucedida e realizada profissionalmente no futuro, deveria ser construído um histórico escolar sem maiores prejuízos emocional por encontrarem estas barreiras de desenvolvimento, em áreas especificas da grade curricular, e não serem “rejeitados” pelos colegas, ou mesmo por familiares, faz-se um grande desafio assim, e quando este educando me for apresentado espero estar preparada, de maneira a propiciar um desenvolvimento adequado, emocionalmente, lhe propiciando e disponibilizando uma vida com o maior equilíbrio possível, entre os educandos, sem causar ou admitir que tenha qualquer prejuízo, em seu desenvolvimento mental, sabendo que enquanto adulto pode ser agravado e se tornar um adulto frustrado, cheio de traumas.

Devemos atender a todos e atender melhor, sendo que a escola atual tem muito o que mudar, e a tarefa de mudar a escola exige trabalho em muitas frentes, cada escola ao abraçar este trabalho, deverá encontrar soluções próprias. As mudanças necessárias não acontecem por acaso muito menos por Decreto, mas fazem parte da vontade politica do coletivo da escola, explicitadas no seu Projeto Politico Pedagógico, e assim vividas a partir de uma gestão escolar democrática, trata-se de uma educação que tenha como garantia, o direito a diferença e não a diversidade, pois assegurar o direito à diversidade é continuar na mesma, ou seja, é seguir reafirmando o idêntico, como exemplifica SILVA, 2000.

A diferença (vem) do múltiplo e não do diverso. Tal como ocorre na aritmética, o múltiplo é sempre um processo, uma operação, uma ação. A diversidade é estática, é um estado, é estéril. A multiplicidade é ativa, é fluxo, é produtiva. A multiplicidade é uma máquina de produzir diferenças – diferenças que são irredutíveis à identidade. A diversidade limita-se ao existente. A multiplicidade estende e multiplica, prolifera, dissemina. A diversidade é um dado – da natureza ou da cultura. A multiplicidade é um movimento. A diversidade reafirma o idêntico. A multiplicidade estimula a diferença que se recusa a se fundir com o idêntico. ( SILVA, P 100, 1001)

Identificando o fato que nas escolas a diversidade é comportada pela criação de grupos de idênticos, formandos por alunos que tem uma mesma característica, selecionando os, reunindo bem como os separando, quando nos referimos a uma escola inclusiva como aberta a diversidade, ratificamos o que queremos extinguir com a inclusão escolar, ou seja, eliminamos a possibilidade de agrupar alunos e de identifica-los por uma de suas características, valorizando alguns em detrimento de outros e mantendo escolas comuns e especiais.

- VIVÊNCIA DO ESTÁGIO

Acontecendo no período vespertino das 13:00h as 17:00h de 18/11/2013 a 22/11/2013 no Centro Municipal de Educação Infantil Márcio Klinkoski, estando localizado em Jaraguá do Sul, Santa Catarina, este tendo como diretora Ira Maquart, e Professora regente do Maternal I com 15 alunos, Vera Lucia Nunes, seguindo a rotina da escola, onde quando chegava encontrava sempre os alunos dormindo, conforme acordavam, faziam suas necessidades, logo sua higiene pessoa e seguiam para sala, neste momento eu desenvolvia as atividades previstas no plano de aula, de forma inesperada, surpreendente as atividades desenvolvidas no decorrer do estagio, foram além do previsto, pois sendo a prática uma inconstante, diante a teoria, encontra-se variações diversas no desenvolver das atividades, variando a forma de realização, necessitando de adequações, e também adaptações necessárias para cada educando, durante a observação, não foi possível constatar todas as diversidades que existiram durante a prática de regência, pois os educandos estão habituados a Professora regente, e não reagem da mesma forma, quando apresentadas as atividades pelo estagiário, geralmente tendem a desafiar o profissional, pra terem como base qual seu limite estabelecido e assim qual a conduta tomariam no decorrer do tempo que estariam sob a supervisão, juntos, o principal ou primordial objetivo era prender a atenção dos educandos de uma forma lúdica, agradável e educativa, assim entre tantas foi desenvolvida uma atividade em especial, e a qual não constava no plano de aula apresentado no projeto de estagio II; utilizando bolinhas de aquário, com textura proxima a gelatina, colocadas em um resipiente com agua, com um dia de antesedencia a prática da atividade, nelas imersos alguns brinquedos de plastico, com forma de animais, onde cada aluno colocaria a mão dentro do recipiente e pegaria um brinquedo, dizendo qual era o animal, e qual caracteristica conhecia do mesmo, e tambem o que sentia ao colocar a mão nas bolinhas, se era agradavel, nogento, gostoso... os colegas poderiam ajudar, quem não conhecia o animal que pegasse, foi bem aceita a tividade todos estavem muito envolvidos, animados, ansiosos a principio, queriam ver , pegar os brinquedos, apertar as bolinhas enfim é muito bom colocar a mão a sensação é de conforto, porém um aluno em especial, não conseguiu emergir a mão nas bolinhas, tentando pegar o brinquedo, somente utilizando a pontinha dos dedos, espresando medo e insegurança ao ver o desconhecido, e quando pegou o brinquedo sua primeira reação foi se afastar do grupo, se isolando em um canto da sala, e observando com carinho e muita atençao seu brinquedo, enquando os demais interagiam entre si, conversando sobre o seu brinquedo e as características de seus animais; outra atividade que desenvolvi e não consta no plano de aula, foi muito divertida e animada, aconteceu no parquinho, um dia depois de termos varrido a casinha de brinquedos do parquinho, pois estava cheia de brita, as meninas reclamavam que os meninos jogavam, e os meninos diziam que era elas, mas eles eram da turma dos maiores do centro de educação, e todos os alunos brincavam na casinha, então não poderiam culpar ninguém, mas por fim todos varrerão, um de cada vez, e ficou limpinha, todos brincando juntos, no dia seguinte, brincamos de bola no parquinho, sentados um de frente para o outro, duas filas, com os pés encostados ao do colega do seu lado e as pernas semi abertas, deveriam empurrar a bolo para um dos colegas da fila oposta posicionado na sua frente, e todos queriam pegar a bola, para jogar para o colega, o mais legal é que estavam fazendo alongamento mesmo sem perceberem que

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