A TRANSMISSÃO VERTICAL DO HIV
Por: eduardamaia17 • 22/5/2018 • 2.563 Palavras (11 Páginas) • 400 Visualizações
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Keywords: Vertical HIV transmission, prejudice, adherence to treatment, discrimination and sexual rights of adolescents with HIV/AIDS.
SUMÁRIO
1. INTRODUÇÃO 9
2. TRANSMISSÃO VERTICAL DO HIV 11
3. SINAIS E SINTOMAS 12
4. EXAMES 12
5. FORMAS DE TRANSMISSÃO 13
6. PREVENÇÃO 13
6.1 . Resolução do Conselho de Medicina para a Transmissão Vertical do HIV 13
6.2 . Transmissão vertical em números 14
7. CONSIDERAÇÕES FINAIS 15
REFERÊNCIAS 16
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- INTRODUÇÃO
Esse trabalho tem como objetivo abordar o assunto sobre a Transmissão Vertical do HIV com base em informações coletadas em bases de dados e passar informações de como a Transmissão Vertical do HIV que é um vírus sexualmente transmissível cujo qual atinge o sistema imunológico tornando-se assim responsável pelas defesas do organismo humano.
Tendo como primeiros registros da doença que foram feitos em torno dos anos 1977 a 1978, mais só foi possível dar o nome do vírus em 1982, já por volta de 1984 foi descoberto propriamente dito o vírus HIV. Pois o tempo que se leva para aparecer as infecções e o aparecimento dos sintomas varia de oito a onze anos, mais pode ser detectado na corrente sanguínea do paciente nas primeiras semanas.
O Brasil foi um dos primeiros a fornecer tratamento gratuito para pessoas que tem o vírus HIV, em 1996 pela rede de Serviço Único de Saúde (SUS). No Brasil teve uma queda significativa na mortalidade associada a AIDS. Sobre a epidemia no Brasil, entre 0,4% e 0,7% da população em geral vive com o HIV. Já a outra população mais afetada são as pessoas que usam drogas e profissional do sexo. O risco é ainda maior nas gestantes, pois é possível que o vírus possa ser transmitido da mãe para o filho na hora do parto ou na amamentação. E assim essa contaminação recebe o nome de “Transmissão vertical do vírus HIV”.
Com isso, as crianças também começaram a ser diagnósticas como portadoras do vírus, principalmente por meio da transmissão vertical ou materno-infantil. Segundo o Ministério da Saúde, o primeiro caso de transmissão vertical do vírus HIV foi diagnosticado em 1985 e os dados do boletim epidemiológico do período de 1980 a 2006 demonstraram que esta via de infecção foi responsável por 78,1% do total de crianças acometidas pelo vírus HIV menores de 13 anos.
Com o objetivo de diminuir o número de casos de infecções pelo HIV pela transmissão vertical, foram feitos vários estudos que comprovaram a eficácia da utilização dos antirretrovirais na gestante e no recém-nascido como um meio de profilaxia para o não desenvolvimento do soro conversão do filho da mãe que é portadora do HIV. No entanto, antes do tratamento ou profilaxia é necessário que o diagnóstico da paciente seja ainda na fase de gestação. Desta forma, as recomendações do Ministério da Saúde (2007) instruem que todas as gestantes devem ser estimuladas a realizar o teste anti-HIV logo na primeira consulta do pré-natal e se possível no início do terceiro trimestre de gestação, sendo admissível a utilização de testes rápidos se necessário.
Sendo que o acompanhamento do pré-natal adequado de uma gestante portadora do HIV é iniciado pelo aconselhamento pós-teste e que o apoio emocional dela mesma e da família é muito importante para prosseguir com o tratamento. Assim, é importante atentar que há gestantes HIV positivas que fazem o uso de Antirretrovirais (ARV) por seu estado imunológico/clínico (TARV-Tratamento) e outras que ingerem os ARV como meio de profilaxia da transmissão vertical sendo que nesta segunda condição a paciente é avaliada após o término da gestação (duas semanas) para retirada dos ARV por profissional especializado.
- TRANSMISSÃO VERTICAL DO HIV
Denomina-se transmissão vertical do HIV a situação em que a criança é infectada pelo vírus da AIDS durante a gestação, o parto ou por meio da amamentação.
No entanto, a criança, filha de mãe infectada pelo HIV, tem a oportunidade de não se infectar pelo HIV. Atualmente, existem medidas eficazes para evitar o risco de transmissão, tais como: o diagnóstico precoce da gestante infectada, o uso de drogas anti-retrovirais, o parto cesariano programado, a suspensão do aleitamento materno, substituindo-o por leite artificial (fórmula infantil) e outros alimentos, de acordo com a idade da criança. Durante o pré-natal, toda gestante tem o direito e deve realizar o teste HIV.
Quanto mais precoce o diagnóstico da infecção pelo HIV na gestante, maiores são as chances de evitar a transmissão para o bebê. O tratamento é gratuito e está disponível no SUS. A transmissão vertical é a infecção pelo vírus HIV passada da mãe para o filho, durante o período da gestação (intrauterino), no parto (trabalho de parto ou no parto propriamente dito) ou pelo aleitamento materno.
Logo que a AIDS foi descoberta os indivíduos mais acometidos caracterizavam-se por serem homens e homossexuais; com a disseminação do vírus houve juntamente a feminização, aumentando consideravelmente o número de mulheres portadoras do vírus HIV. Com isso, as crianças também começaram a ser diagnósticas como portadoras do vírus, principalmente por meio da transmissão vertical ou materno-infantil. Segundo o Ministério da Saúde, o primeiro caso de transmissão vertical do vírus HIV foi diagnosticado em 1985 e os dados do boletim epidemiológico do período de 1980 a 2006 demonstraram que esta via de infecção foi responsável por 78,1% do total de crianças acometidas pelo vírus HIV menores de 13 anos.
O maior índice de transmissão vertical ocorre durante o trabalho de parto ou no momento do parto, totalizando cerca de 65%, enquanto os demais 35% ocorrem intra-útero, principalmente nos últimos meses de gestação e pela amamentação considerada um risco adicional, sendo que o risco de transmissão pela amamentação chega a 30% quando a mãe é infectada pelo vírus durante o período de aleitamento.
- SINAIS E SINTOMAS
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