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O Que São Fraturas

Por:   •  2/3/2018  •  1.593 Palavras (7 Páginas)  •  138 Visualizações

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12. Fratura por explosão e/ou tripode: essas fraturas proveniente de um golpe direto na órbita e/ou maxila e zigoma.

13. Fratura em lasca: essa fratura envolve um fragmento ósseo isolado. (Não é a mesma coisa que uma fratura em avulsão)

14. Fratura por compressão: essa fratura vertebral é causada por injúria tipo compressiva. O corpo vertebral sofre colapso ou é comprimido. Geralmente , é mais evidente radiograficamente por uma diminuição da dimensão anterior do corpo vertebral.

15. Fratura por afundamento (ocasionalmente chamada de fratura de pingue pongue): nessa fratura craniana, um fragmento está deprimido. A aparência é similar a uma bola de pingue pongue que tenha sido pressionada com o dedo, mas, se a indentação puder ser elevada novamente, pode assumir sua posição próxima à original.

16. Fratura Epifisária: essa é uma fratura através da placa epifisária, ponto de união da epífase e a diáfase óssea. É um dos locais mais comuns de fratura nos ossos longos em crianças. Os radiologistas comumente usam a classificação de Salter-Harris (Salter 1-5) para descrever a gravidade e a indicação racional do prognóstico dessas fraturas.

- TIPO I: separação Epifisária Pura;

- TIPO II: fragmento de Metáfise acompanha a epífase deslocada -75%;

- TIPO III: fratura vertical atravessando a epífase e a placa de crescimento;

- TIPO IV: fratura de orientação vertical que se estende através da epífase e da placa de crescimento para metáfase;

- TIPO V: fratura originada de uma força do tipo esmagadora geralmente dirigida para centros epifisários.

17. Fratura Patológica: essas fraturas são devidas a processo de doença no inferior do osso, como osteoporose, neoplasia ou outras doenças ósseas.

18. Fratura de estresse ou fadiga: esse tipo de fratura tem origem não traumática. Resulta de estresse repetido em um osso como durante a marcha ou corrida. Se decorrentes de marcha, essas fraturas usualmente são na porção média dos metatarsos, e, se causadas por corridas, são na porção distal da tíbia. Fraturas de estresse são frequentemente difícies de demonstrar radiograficamente e podem ser visíveis apenas pela formação subsequente de calo no local da fratura ou através de varredura óssea por medicina nuclear.

19. Fratura estrelada: nessa fratura, as linhas de fratura são radiadas a partir de um ponto central de injúria com padrão em forma de estrela. O exemplo mais comum desse tipo de fratura é a patella frequentemente causada pelo impacto dos joelhos no painel em um acidente com veículo automotor.

20. Fratura trimaleolar: essa fratura do tornozelo envolve os maléolos medial I e lateral e a borda posterior da tíbia distal.

21. Fratura do tofo ou explosiva: nessa fratura cominutiva da falange distal pode ser causada por um golpe esmagador na porção distal do hálux.

22. Fratura em LE FORT: essa fratura da região maxilar. Três tipos são citados, porem a depender da gravidade da fratura soma-se os tipos identificando assim a fratura. Essas fraturas seguem as linhas das suturas, classificação:

- LE FORT I: ocorre transversalmente pela maxila, acima do nível dos dentes, o segmento fraturado contem o rebordo aveolar, partes das paredes dos seios maxilares, o palato e a parte inferior da apófise pterigóide do osso esfenóide.

- LE FORT II: causadas por golpes na região maxilar superior que produzem fraturas dos ossos nasais e das apófises frontais da maxila. As fraturas então passam lateralmente, pelos ossos lacrimais, pelo rebordo orbitário inferior, pelo assoalho da órbita e próximas a ou pela sutura zigomaticomaxilar. As fraturas continuam para trás, ao longo da parede lateral da maxila, pelas lâminas pterigóides e na fossa pterigomaxilar. Esta fratura, por causa de sua forma geral, foi denominada fratura piramidal. Em lesões graves com continuação, pode haver grande deslocamento afetando a região etmoidal e lacrimal, e com alongamento para os lados, o que produz um aumento do espaço interorbitário.

- LE FORT III: a disjunção ocorre quando a força traumática é suficiente para produzir a separação completa dos ossos faciais de seus ligamentos ao crânio. As fraturas geralmente ocorrem pelas suturas zigomaticofrontal, maxilofrontal nasofrontal, pelos assoalhos das órbitas pelo etmóide e pelo esfenóide, com completa separação de todas as estruturas o esqueleto facial médio de seus ligamentos. Em algumas dessas fraturas, a maxila pode permanecer ligada a suas articulações nasal e zigomática, mas todo terço médio da face pode estar completamente desligado do crânio e permanecer suspenso somente por tecidos moles. Tais lesões estão sempre associadas a fraturas múltiplas do ossos faciais.

Imobilização de Fraturas

Em caso de fratura, o primeiro socorro consiste apenas em impedir o deslocamento das partes quebradas, evitando maiores danos. Deve-se desconfiar de fratura sempre que a parte suspeita não possua aparência ou função normais ou quando haja dor no local atingido, incapacidade de movimentar o membro, posição anormal do mesmo ou, ainda, sensação de atrito no local suspeito. Não importando o tipo de lesão nos ossos, o primeiro socorro básico é a imobilização. Esse procedimento garante, além da diminuição da dor, a redução da possibilidade do agravamento. Reduzindo a dor, estaremos reduzindo o estresse, que é um grave componente da sintomatologia.A imobilização deverá ser feita com uma tala, que pode ser improvisada ou do tipo disponível no comércio. Os tipos mais comuns de talas improvisadas são pedaços de madeira, papelão, revistas, travesseiros, cobertores e até mesmo o próprio corpo da vítima.

Os princípios básicos das imobilizações são:

- Imobilizar antes de movimentar a vítima.

- Cortar a roupa que estiver sobre a parte afetada, caso não seja possível visualizar a lesão.

- Proteger ferimentos, por exemplo pontas de osso, com gazes ou pano

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