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A ULCERA DE PRESSÃO

Por:   •  28/11/2022  •  Projeto de pesquisa  •  2.835 Palavras (12 Páginas)  •  43 Visualizações

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RESUMO

O paciente que passa por um longo período em tratamento e permanece deitado num leito de hospital ou em sua casa, acaba favorecendo o aparecimento de algumas complicações, ou de iatrogenias não relacionadas diretamente às afecções como no caso as úlceras de pressão. A úlcera de pressão é um dos problemas graves enfrentados, principalmente por pessoas idosas, como também os portadores de doenças crônico-degenerativas, precisando assim de uma boa qualidade na assistência prestada a desenvolver um cuidado não somente tecnológico, mas sim físico, psíquico, espiritual e social. O doente  acamado fica sob os cuidados da equipe de enfermagem, porem existe a possibilidade do mesmo estar recebendo os cuidados em casa. De qualquer maneira, seja pela enfermagem ou cuidadores é preciso ter em mente que se deva esclarecer sobre os cuidados que deve-se ter para evitar ao máximo o aparecimento das úlceras de pressão. Assim, percebe-se que o papel da enfermagem na atuação da prevenção como também do tratamento adequado da úlcera de pressão será imprescindível para que se busque uma melhor qualidade de vida para o paciente que se encontra em situação de acamado. Assim o presente trabalho tem por objetivo Analisar e reconhecer a importância das ações de prevenção e tratamento da úlcera de pressão pela equipe de enfermagem. Trata-se de uma pesquisa bibliográfica, constituída por algumas etapas: escolha do tema, elaboração da base teórica do trabalho e justificativa, e redação final.

Palavras chave: Úlcera de pressão. Prevenção. Tratamento. enfermagem

SUMÁRIO

1 INTRODUÇÃO..................................................................................................

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2 OBJETIVOS......................................................................................................

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2.1. Objetivo Geral...............................................................................................

11

2.2.  Objetivo Específico......................................................................................

11

3 CASUÍSTICA....................................................................................................

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4 CRONOGRAMA...............................................................................................

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5 REFERÊNCIAS................................................................................................

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1. INTRODUÇÃO E REVISÃO DE LITERATURA

Um dos maiores desafios ainda encontrados pela equipe de enfermagem é o paciente acamado, ou seja, que esta sendo submetido a tratamentos longos, que pode por comprometimento de suas condições, ou por não poder se levantar do leito, podem vir a ser acometidos pelas úlceras de pressão.

O paciente que passa por um longo período em tratamento e permanece deitado num leito de hospital ou em sua casa, acaba favorecendo o aparecimento de algumas complicações, ou de iatrogenias não relacionadas diretamente às afecções como no caso as úlceras de pressão (PAIVA, 2008).

A úlcera de pressão é um dos problemas graves enfrentados, principalmente por pessoas idosas, como também os portadores de doenças crônico-degenerativas, precisando assim de uma boa qualidade na assistência prestada a desenvolver um cuidado não somente tecnológico, mas sim físico, psíquico, espiritual e social.

As úlceras por pressão são definidas como lesões de pele ou parte moles originadas basicamente de isquemia tecidual prolongada. Qualquer posição mantida por um paciente durante um longo período de tempo pode provocar lesão tecidual, principalmente em tecidos que sobrepõe uma proeminência óssea, devido a presença de pouco tecido subcutâneo nessas regiões. A compressão dessas áreas diminui o fluxo sanguíneo local facilitando o surgimento de lesão por isquemia tecidual e necrose (IRION; SMELTZER apud FERREIRA, 2012, p. 02).

        Continuando o pensamento Ely (2012, p. 01) define “Áreas de ulceração na pele e tecidos moles provocadas por isquemia tecidual decorrente de pressão externa prolongada”.

O uso corriqueiro de outros termos para se  referir à patologia incorporou-se à prática cotidiana,  porém revela imprecisões conceituais. O termo  úlcera de decúbito, por exemplo, apesar de rotineiramente empregado, não contempla a possibilidade  de ocorrência da lesão em locais acometidos pela  pressão exercida sobre proeminências ósseas com  o paciente sentado, porque a palavra “decúbito”, do  latim “decumbere”, significa “deitado”. Da mesma  forma, o termo escara não deve ser empregado, pois  se refere apenas ao tecido necrótico que pode existir  sobre a úlcera ( FERREIRA; TEIXEIRA; WADA, 2010, p. 171).

Figura 1

[pic 1]

Fonte: FERREIRA; TEIXEIRA; WADA, 2010.

        Esse tipo de ocorrência ou seja de ulceração na pele do paciente ocorre pela qualidade oferecida no cuidado do mesmo.

        Muitas vezes o paciente acamado fica sob os cuidados da equipe de enfermagem, porem existe a possibilidade do mesmo estar recebendo os cuidados em casa. De qualquer maneira, seja pela enfermagem ou cuidadores é preciso ter em mente que se deva esclarecer sobre os cuidados que deve-se ter para evitar ao máximo o aparecimento das úlceras de pressão.

Portanto pode-se compreender que a susceptibilidade individual para o desenvolvimento de úlceras de pressão é dependente da atuação de fatores extrínsecos que se conjugam com as alterações da perfusão tecidular resultante de fatores intrínsecos (ANDRADE; MIRANDA; ROCHA, 2006).

Como já foi dito, a ulceração da pele ocorre por pressão, duração, intensidade e tolerância tissular, porem existem outros fatores que também podem contribuir para o seu aparecimento

Os fatores de risco estão classificados como intrínsecos e extrínsecos ao paciente. [...] classificam como sendo fatores intrínsecos: a má nutrição, idade avançada, hipotenção arterial e diminuição do nível de consciência. E, como extrínsecos: a umidade, a fricção e o cisalhamento  (PAIVA, 2008, p. 33).

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