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AS DOENÇAS DA POPULAÇÃO

Por:   •  16/11/2021  •  Artigo  •  11.052 Palavras (45 Páginas)  •  32 Visualizações

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                                        DOENÇAS DA POPULAÇÃO

                                     PROFª. NOEME MOREIRA MAIA

                                                     CONTEÚDO

INTRODUÇÃO

        Atenção Primária

        Cobertura

        Acessibilidade

        Participação da comunidade

        Prioridades

 DOENÇAS NA POPULAÇÃO

MEIO FÍSICO

MEIO SOCIAL

        Deslocamento da população

        Saúde-Trabalho

        Aspectos Culturais

        Características Familiares

        Comportamento Individual

MEIO BIOLÓGICO

        Agentes Biológicos Específicos

        Propriedade dos Agentes Biológicos

                Infectividade

                Patogenicidade

                    Virulência

                Imunogenicidade

Reservatórios de Agentes e Doenças Transmissíveis

                Doença Transmissível

                Reservatório de Agentes Infecciosos

                Zoonoses

                Fontes de Infecção

                Portador

                Período de Incubação

                Período de Transmissibilidade

        Modo de Transmissão do Agente

                Transmissão Direta

        Transmissão Indireta

        Portas de Eliminação ou de Saída do Agente

        Portas de Entrada no Novo Hospedeiro

        Fatores do Hospedeiro

                Aspectos Estruturais e Funcionais

                Idade

                Sexo

                Grupo Étnico e Grupo Familiar

        Estado Nutricional

                Susceptibilidade e Resistência

        Imunidade

                        Imunidade Passiva

                                    ImunidadeAtiva

Exercícios


                                                  INTRODUÇÃO

        A Assembléia Mundial de Saúde tem reiterado em varia oportunidades que a saúde é um direito humano fundamental e assinalou como a principal meta social da Organização Mundial  da Saúde “alcançar para todos os cidadãos do mundo, até o ano de 2000, um grau de saúde que lhes permita levar uma vida social e economicamente gradativa”.

        Em todo o mundo existem grupos desfavorecidos de populações que não tem acesso a nenhuma forma permanente de atenção à saúde. Esses grupos, localizados principalmente nas zonas rurais e nas zonas periféricas das grandes cidades representam em conjunto, provavelmente, quatro quintos da população mundial.

        A medida que avançam os conhecimentos, a atenção médica se torna tecnicamente mais complicada e mais custosa, e nem mesmo os países mais prósperos contam com suficientes recursos para levar a cabo tudo o que a investigação medica tornou possível e tem advertido sobre a disparidade existente entre os custos elevados da assistência e os escassos benefícios para a saúde proveniente desses sistemas. A maioria dos sistemas tradicionais de atenção à saúde se tornam cada vez mais complexos e custosos e de eficácia social duvidosa.

        Em todos os países se observa um esforço para regionalizar os serviços de saúde e melhorar a coordenação entre os níveis periféricos e centrais. Também se observa um interesse crescente de desenvolver mecanismos ágeis de coleta, analise de dados e de comunicação entre os níveis para a tomada de decisão e ação frente a problemas correntes ou de emergência, principalmente em relação ao controle de doenças transmissíveis.

        Este esforço é coerente com a intenção de desenvolver a atenção primaria e estender a cobertura de saúde.

        Nesses países se considera o desenvolvimento da atenção primaria à saúde como a estratégia fundamental para alcançar, em um futuro previsível, um nível aceitável de saúde que faça parte do desenvolvimento social e se inspire em um espírito de justiça. É igualmente válido para todos os países, desde os mais desenvolvidos até os de menor desenvolvimento, ainda que possa adotar diversas formas segundo as diferentes modalidades políticas, econômicas, sociais e culturais.

        A atenção primaria à saúde se baseia em métodos e técnicas praticas, cientificamente fundamentadas e socialmente aceitáveis, colocadas ao alcance de todos os indivíduos da comunidade mediante sua plena participação e a um custo que a comunidade e o país possam suportar em todas e em cada uma das etapas do seu desenvolvimento, com um espírito de auto-responsabilidade e auto-determinação.

        A finalidade da atenção primaria à saúde é prestar a assistência sanitária fundamental à totalidade da população. Para isso é importante considerar a cobertura alcançada pelos serviços de saúde e o acesso aos mesmos pela população.

        A cobertura supõe, de um lado, uma relação adequada e dinâmica entre os serviços de saúde e as necessidades dos indivíduos. Por outro lado, o aproveitamento dos serviços depende de que sejam devidamente acessíveis. A acessibilidade supõe o fornecimento contínuo e organizado da assistência para toda a comunidade, em condições favoráveis desde o ponto de vista geográfico, financeiro, cultural e funcional.

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