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O Diagnóstico Estratégico

Por:   •  6/12/2018  •  2.923 Palavras (12 Páginas)  •  0 Visualizações

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- Áreas funcionais: refere-se à análise das macros funções de uma empresa, ou seja, marketing, finanças, produção e recursos humanos.

Na área de marketing deve-se diagnosticar o desempenho do sistema de distribuição, desenvolvimento de novos produtos, marca, força de vendas, promoção e propaganda, políticas de preços e organização do departamento de marketing. Ainda há grande importância quanto à pesquisa de mercado, por ser relevante ao processo decisório.

Na função financeira podemos subdividi-las em: análise dos índices financeiros ( índices de lucratividade, índices de liquidez, índices de alavancagem, índices de giro e períodos de cobrança) e análise do sistema planejamento e controle financeiro/contábil (estrutura da área financeira ,relatórios contábeis/financeiros, fluxo de caixa, decisões e ações financeiras, controles e orçamentos, etc.).

Na área de produção devemos analisar a eficiência da sua capacidade produtiva, considerando aspectos como: a instalação industrial, processo produtivo, programação e controle da produção, qualidade, sistema de custos, pesquisa e desenvolvimento, cadeia de suprimentos e processo produtivo.

A última função a ser analisada internamente é a área de recursos humanos. Devem-se considerar as atitudes da alta administração quanto ao fator humano da empresa, quanto à rotatividade dos empregados, ao índice de absenteísmo, à eficácia dos programas de recrutamento, seleção, treinamento e desenvolvimento.

- Aspectos organizacionais: em relação aos aspectos organizacionais podemos salientar, por exemplo:

- estrutura organizacional;

- sistemas de informações operacionais e gerenciais;

- sistema de planejamento (estratégico, tático e operacional);

- capacitação, atitudes e comportamentos da alta administração e chefias;

- capacitação e habilidade dos empregados;

- controle de qualidade;

- domínio do mercado consumidor.

- Abrangência dos processos: podem-se examinar:

- Empresa considerada como sistema;

- áreas funcionais da empresa;

- unidades organizacionais;

- grupos de indivíduos;

- os indivíduos.

- Níveis de controle e avaliação: é necessário verificar se o controle efetuado está em um dos seguintes níveis:

- controla a eficiência?

- controla a eficácia? e/ou

- controla a efetividade?

- Critérios de avaliação: podemos considerar alguns aspectos como:

- histórico da empresa;

- opiniões pessoais de consultores e executivos da empresa;

- análise em literatura e análise orçamentária.

- Acesso às informações: nesse caso o executivo poderá utilizar, entre outros aspectos:

- observação pessoal;

- conversas pessoais;

- questionários;

- experiência e prática;

- reuniões;

- documentos publicados, periódicos, livros e revistas;

- indicadores econômicos e financeiros.

ANÁLISE EXTERNA

A análise externa tem por objetivo verificar e apresentar as oportunidades e ameaças para empresa no contexto o qual ela esta inserida, sendo que inicialmente deve-se buscar conhecer todos os fatores externos controláveis que podem submetidos a algum controle e os incontroláveis que sempre independerão da gestão, atitudes ou posição da empresa.

Ainda nesta análise devem-se considerar fatores como concorrentes diretos e potenciais concorrentes que podem ser novos entrantes no mercado; contingências governamentais, sociais, políticas e econômicas entre outras.

Para obtenção de uma análise externa precisa, é necessário irem busca de diversas informações que poderão auxiliar na tomada de decisão e até mesmo ajudar a minimizar os impactos das variáveis incontroláveis no processo de desenvolvimento da empresa.

Tendo em vista que os componentes de diagnóstico estratégico tem como base a analise dos pontos fortes e fracos, ameaças e oportunidades, envolvendo o ambiente interno e externo da organização, se pode citar como uma ferramenta útil para auxiliar a realização de tal análise; a análise SWOT (streghts, weaknesses, opportunities e threats), a qual sugere a investigação de tais variáveis. Os efeitos potenciais de cada uma dessas variáveis sobre a empresa, é o que sintetiza a necessidade de se conhecer o ambiente externo com suas transformações ao longo do tempo, suas inovações e suas forças competitivas que podem vir a incidir sobre a empresa de forma positiva ou negativa.

Segundo Porter (2004), para se ter uma estratégia competitiva formulada adequadamente deve-se relacionar a organização com o meio em que esta inserida. Para isso é necessário conhecer o ambiente externo, onde se busca identificar futuras oportunidades e ameaças para a empresa, para esse fim o executivo pode buscar informações direta ou indiretamente através de duas fontes:

Fontes primárias: Através de pesquisa que a própria empresa pode fazer no ambiente a sua volta.

E fontes secundárias: Que seria a obtenção de informações por meio de pesquisas já realizadas por outras empresas, órgãos ou instituições como: IBGE, Bolsa de Valores, Agências Governamentais, Universidades e outros centros de pesquisa. O grau de detalhamento e o volume de informações necessárias para o planejamento dependerão das necessidades e da realidade da empresa. Este conhecimento das variáveis ambientais, segundo Thompsom (1976, p.79) o simples fato de reconhecer os elementos ambientais relevantes já diminui a incerteza de uma empresa. Ou seja, aumenta suas chances de ser bem sucedida em seu planejamento, reduzindo

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