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O Stackholders x Stockholders

Por:   •  3/10/2022  •  Resenha  •  510 Palavras (3 Páginas)  •  36 Visualizações

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UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS – UFAL

FACULDADE DE ECONOMIA, ADMINISTRAÇÃO E CONTABILIDADE – FEAC

CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS

CONTABILIDADE GERENCIAL – PROF. ARTUR LAMENHA

ALUNO: ISAAC MELO ALVES

TRABALHO SOBRE O ARTIGO “STAKEHOLDERS x STOCKHOLDERS” (Acionistas vs Acionistas), de Robert E. Wright.

Existe uma luta invisível aos olhos de muitos, mas que é visível no âmbito empresarial. Essa luta se refere às relações entre stakeholders e acionistas (demais interessados vs stockholders) dentro das corporações. Em alguns momentos, algumas corporações parecem até esquecer do porquê foram criadas, basicamente para se desenvolverem e gerarem lucros para si e seus interessados. O ponto aqui é que haja sensatez entre esses dois grupos, pois ambos precisam coalizar esforços para que subsistam em uma relação ganha-ganha.

De certa forma as corporações estão prioritariamente preocupadas com os interesses de seus constituintes. Estudos da década de 70 apontaram que a maioria dos gerentes acreditam que servem aos interesses de todos os interessados em suas corporações. Porém, mesmo assim há uma luta entre as visões dos grupos e isso é o ponto para que haja ou não a geração de lucros. Aqui, gerentes e diretores devem mensurar como tratam cada um de seus grupos de interessados, pois caso haja pressão para algum deles, estes podem ver em outros ares um melhor lugar para seus investimentos.

Como investidores de capitais, os acionistas acreditam que seus interesses devem ser os primeiros a ser observados em todas as decisões das corporações, mais até que os interesses de seus gerentes e diretores. E de certa forma é uma verdade. O que gerentes e diretores devem manter é o foco em maximizar o valor de seus acionistas, sem os quais uma corporação pode vir a sofrer perdas econômicas. Isso não significa, porém, que também não tenham seu valor e qualidade na hora de desenvolver estratégias para corporações. Mas como devem fazer isso? Como justificar suas decisões sem bater de frente com os anseios de seus acionistas? Seguindo descobertas científicas reais e que se apliquem de maneira objetiva ao negócio. Toda e qualquer decisão deve passar pelo crivo da objetividade. Se houver muito envolvimento de emocional ou pessoal nas decisões os riscos serão maiores e calculados de maneira não assertiva. E correndo o risco de que essas decisões sejam responsáveis por levar a corporação a ações judiciais e consequentemente diminuição de valor para os acionistas, estes verão em outras classes de ativos atrativos maiores para seus investimentos.

Dentre outras teorias, podemos citar aqui que essa discussão em torno de acionistas vs demais interessados passa pela parte do controle corporativo. Esse controle será o norteador e parâmetro para que as atividades desenvolvidas por cada um desses grupos sejam equalizadas a ponto de não trazer riscos para o crescimento econômico.

A contabilidade gerencial, como parte importante na concepção das atividades internas das corporações, entra nesse processo para poder orientar todas as partes envolvidas nos processos organizacionais sobre as melhores informações para subsidiar as decisões mais assertivas. Enquanto de um lado traz bases para um planejamento operacional positivo aos funcionários, também é competente para apresentar objetivos macro para investidores.

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